Holy Pasta, boteco sobre rodas

Comida sensacional, cerveja gelada e o atendimento indefectível fazem do Holy Pasta o melhor boteco sobre rodas, porque na rua é bem mais da hora, my friend!

Já tinha ouvido falar muito do Holy Pasta e já salivei bastante acompanhando sua página no Facebook e seu perfil no Instagram. Também já tinha acompanhado o trabalho do Adolpho Schaefer, dono do Holy Pasta, no programa Food Truck – A Batalha, do GNT. Mas foi na final do Jameson Bartender’s Ball que eu conheci o Adolpho pessoalmente, naquela ocasião eu era uma das juradas da competição e ele era o apresentador do evento, e foi muito legal porque o cara é simpático e divertido de verdade! Depois disso a vontade de conhecer o Holy Pasta só aumentou!

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O Holy Pasta tem uma loja fixa na rua Rodesia, 164, na Vila Madalena, em São Paulo. Mas o Food Truck está cada dia em um lugar estratégico perto de metrôs e de grandes centros empresariais, é possível conferir a agenda com os endereços nas redes sociais do Holy Pasta. Fui numa sexta feira, na rua Pais Leme, altura do número 500, e lá estavam eles à postos com aquele cheiro de macarrão irresistível.

Como ainda era cedo e eu tinha acabado de tomar café da manhã, sentei num banquinho e só fiquei observando o movimento. O Adolpho conta com a ajuda da Julieth, do Igor e do Marcelo, são quatro pessoas trabalhando num ritmo insano dentro do Food Truck para tudo sair nos conformes!

As opções de pasta são muitas, no dia que eu fui tinha o tradicional Holy Mac’n Cheese (macarrão espiral com molho de queijos com bacon e nachos, R$22), o Lemon Core (espaguete ao limone com mix de cogumelos, R$22), o H.P.I.T (ravióli integral com muçarela de búfala ao pesto de manjericão, R$25), o Holy Nutz (ravióli verde com ricota e nozes ao molho branco, R$22), o The Bulldog (nhoque à bolonhesa, R$20), o Especial Pais Leme (espaguete ao alho e óleo, com carne louca, creme de gorgonzola e parmesão, R$22) que fez o maior sucesso e acabou super rápido, o meu escolhido S.P. (pene ao ragu de porco hot, R$18, foto abaixo), o Old School (fettuccine ao pesto de manjericão, R$18), o Back to Basics (fettuccine ao pomodoro, R$18), além do Sanduba do Vagabundo (carne louca com creme de gorgonzola na baguete, R$16) e de sobremesa a indispensável Holy Rabanada (com doce de leite, R$6, foto abaixo). Ainda é possível adicionar almôndegas (cinco unidades) em todos os pratos por R$6.

Holy Pasta

 

Ah, para acompanhar tanta comida boa eles oferecem cerveja Miller, refrigerantes, chá gelado e água.

Gente, não perde tempo comendo em lugarzinho meia boca não, vai até o Holy Pasta e descubra que a felicidade é acessível e pode ser embalada para viagem por mais R$1,50. 😉

Porque na rua é bem mais da hora, my friend!

High Line Bar, botecagem com estilo

Baseado no famoso High Line de Nova Iorque, no High Line Bar você encontrará um verdadeiro ponto turístico, um espaço multicultural, com quatro ambientes ideais para uma botecagem com estilo.

Inaugurado em abril de 2016, na Rua Girassol, 144, na Vila Madalena, o High Line Bar é muito diferente de todos os outros bares do bairro, ele conserva a atitude cultural e vanguardista da Vila Madalena, porém eleva a botecagem à patamares bem mais altos, alcançando um público muito mais parecido com o do Itaim Bibi ou Vila Olímpia.

Lá é comum você esbarrar em muitos homens engravatados e mulheres em saltos astronômicos, normal para a proposta do lugar que é de unir boa gastronomia, música eletrônica e drinks.

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O High Line Bar é dividido em quatro ambientes, um deck que fica na entrada com grandes mesas comunitárias, um bar que fica entre o deck e a pista de dança, a pista de dança propriamente dita e o roof top, o espaço mais concorrido da casa, e é lá que fica a linha de trem que faz lembrar o High Line de Nova Iorque!

O bar oferece oito opções de coquetéis autorais, desenvolvidos pelo bartender Vinícius Ribeiro Gomes, e mais sete opções de clássicos, além de shots. Os meus drinks preferidos são o High Line (Vodka Finladia lime, simple syrup, limão siciliano, bitter de laranja e maracujá, R$29,90; foto abaixo à esquerda), o Potter Tiki (Rum Bacardi 8 anos, cachaça Leblon Signature Merlet, limão tahiti, xarope de abacaxi e ginger ale, R$24,90; foto abaixo, ao centro) e o Jardim Suspenso (Gin Bombay, Martini Bianco, mix de ervas finas, simple syrup e limão siciliano, R$29,90; foto abaixo, à direita).

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Para acompanhar os coquetéis sugiro os appettizers: Roast-Beef (Crostini de rosbife, maionese dijon, brotos de agrião e purê de tomate com jalapeño, R$28,90; foto abaixo, à esquerda), Pork Fritters (bolinho de batata recheado com paleta de porco, marinado e cozido em baixa temperatura, molho de jalapeño defumado e barbecue de porco, R$26,90; foto abaixo, à direita) e Mini Sandwich Smoked Salmon and Avocado (4 un.) (Salmão defumado da casa, creme cítrico de avocado, mizuna e broto de alfafa, R$32,90; foto abaixo, à direita inferior).

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Para aguentar uma noite de muita dança e ainda ser feliz, eu sugiro o prato Braised Pork, Potato and Mushrooms (Barriga de porco com purê rústico de batata, cogumelos, chalotas e syrup pork sauce, R$42,90; foto acima, ao centro).

E até o dia 31 de agosto o High Line Bar está realizando a campanha #MENUHIGHLINE, você tira foto de qualquer prato ou bebida do High Line Bar e posta no Instagram com a hashtag #MENUHIGHLINE, as fotos mais legais ganharão um jantar para duas pessoas.

Para maiores informações, clique sobre o nome do estabelecimento, no primeiro parágrafo do texto.

 

Astor, os melhores drinks da Vila Madalena

Que o tradicional Bar Astor tem os melhores drinks da Vila Madalena, todos sabemos, mas a novidade é que o bartender Fabio La Pietra lançou uma carta de drinks sensacional!

Localizado na Vila Madalena, o Bar Astor é famoso por ter os melhores drinks do bairro. E o que já era bom pode melhorar ainda mais, a nova carta de drinks elaborada pelo bartender Fabio La Pietra é linda – toda desenhada – e os drinks são extraordinários.

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Eu experimentei o Negroni & Tonic (Tanqueray Gin, vermouth rosso, Campari e água tônica) e adorei, achei super leve, poderia tomar a tarde inteira na beira da piscina. O Gin Gin Mule (London Dry Gin, limão, hortelã e ginger beer) é muito refrescante e perfumado, também é outro drink fácil de beber por horas. E o Old Cuban (Rum cubano escuro, limão, melaço de cana, hortelã e espumante seco) que já é um pouco mais doce, com uma mistura de sabores super inusitada.

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Outra novidade do Bar Astor são os Cocktails On Tap, eu tomei o Il Cardinale (London Dry Gin, vermouth seco e Campari), ele é elegante, marcante, envolvente, é o meu tipo preferido de drink. E além de tudo tem essa azeitona enorme que no final fica encharcada de drink e faz uma explosão de sabores na boca! Parabéns Fabio La Pietra, você mandou muito bem!!!

Para maiores informações clique no nome do estabelecimento, no primeiro parágrafo do texto.

São Paulo Tap House, a maior casa de chopes artesanais nacionais

Com 40 torneiras, o São Paulo Tap House, bar da Vila Madalena, dedica-se inteiramente a explorar o número crescente de rótulos brasileiros, tornando-se a maior casa de chopes artesanais nacionais.

Ser a maior vitrine das cervejarias artesanais brasileiras é a proposta central da São Paulo Tap House, bar que abriu as portas na segunda quinzena de novembro, no bairro da Vila Madalena. São 40 torneiras à disposição dos mais diversos estilos produzidos por aqui, que poderão ser degustados em um ambiente arejado com direito a terraço e pé-direito duplo.

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Entre as cervejarias nacionais selecionadas para a inauguração estão as paulistas Burgman, Urbana, Schornstein e Júpiter; as paranaenses Way, Dum, Bastards, Morada; as gaúchas Seasons, Rasen, Oito, Tupiniquim; as mineiras Küd e 3 Lobos; e ainda a Noi, do Rio de Janeiro. Os chopes (R$ 12 a R$ 25) são servidos em dois formatos: no copo padrão e em sampler, que oferece uma degustação de quatro rótulos em copos americanos. Entre os diferenciais que permitem servir tantos rótulos simultaneamente está o engate direto da câmara fria da casa, que tem capacidade para 60 barris de 30 litros, todos com reguladores individuais de pressão. É lá também que repousa o estoque do bar, garantindo a bebida sempre fresca e em temperatura ideal.

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Para acompanhar os variados chopes, a São Paulo Tap House serve um cardápio com petiscos, sanduíches, saladas e pratos que se destacam também pelo lado artesanal de seus ingredientes. Destaque para as tábuas de queijos e frios, todos produzidos no Brasil. O menu também apresenta diversas opções de porções que podem harmonizar muito bem com os diferentes estilos de chope, entre eles, os Mini bolovos, feitos com ovos de codorna envoltos em massa de linguiça calabresa, o trio de Mini Buraco quente, nos sabores ragu de linguiça, ragu de cogumelos e ragu de carne, e o Frango a passarinho, acompanhado de dois dips à escolha.

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Para os almoços de sábado e domingo os pratos são boas pedidas, entre eles alguns com o uso de cerveja em sua preparação, claro. São eles o Tagliolini ao ragu de linguiça blumenau na cerveja stout, a Salada com mix de folhas, que acompanha queijo brie ao molho de cerveja pilsen e a Costela ao molho Barbecue SPTH, para dividir, que acompanha farofa, batatas rústicas e molho campanha. Os hambúrgueres também ganham espaço no cardápio, entre eles, o Hambúrguer artesanal com bacon, tomate e mini rúcula e o Hambúrguer Vegano, de arroz multigrãos e cogumelos com mix de repolho. Entre as sobremesas, Pudim de leite com calda de cerveja red ale, Trio de brigadeiros – tradicional, capim santo e paçoca – ou Brownie de chocolate com sorvete fecham a refeição.

São Paulo Tap House é o paraíso para quem ama cerveja!

 

Piratininga, um boteco lindo de morrer!

Sabe quando você entra em um lugar e parece que foi transportada para um universo paralelo, onde tudo é lindo? Pois é, o Piratininga é assim, um boteco lindo de morrer!

A fachada do Piratininga é discreta, amarelinha, charmosa, aconchegante, mas quem passa pela rua Wisard, 149, nem imagina o universo mágico que existe dentro deste boteco.

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Ao entrar já damos de cara com um balcão sensacional, todo de madeira com flores de lis (minha preferidas) em relevo, com ganchos para pendurar a bolsa, repleto de garrafas incríveis e taças suspensas que fazem um efeito hipnotizador. No mesmo ambiente do bar, há algumas mesinhas dispostas despretensiosamente.

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Andando para o fundo do bar, nos deparamos com um salão muito maior que exibe um painel lindíssimo com caricaturas de cantores queridos, e um outro painel com uma foto antiga de São Paulo. Neste salão fica uma escadinha que nos leva a um mezanino, com vários instrumentos musicais.

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O que nos fez apaixonar pelo Piratininga são os detalhes, a chopeira antiga, a porção caprichada de frios para acompanhar o chope gelado, o chapeuzinho em cima da chopeira, ou seja, um charme de boteco, que nos fez ter vontade de morar lá para sempre!