Astor, os melhores drinks da Vila Madalena

Que o tradicional Bar Astor tem os melhores drinks da Vila Madalena, todos sabemos, mas a novidade é que o bartender Fabio La Pietra lançou uma carta de drinks sensacional!

Localizado na Vila Madalena, o Bar Astor é famoso por ter os melhores drinks do bairro. E o que já era bom pode melhorar ainda mais, a nova carta de drinks elaborada pelo bartender Fabio La Pietra é linda – toda desenhada – e os drinks são extraordinários.

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Eu experimentei o Negroni & Tonic (Tanqueray Gin, vermouth rosso, Campari e água tônica) e adorei, achei super leve, poderia tomar a tarde inteira na beira da piscina. O Gin Gin Mule (London Dry Gin, limão, hortelã e ginger beer) é muito refrescante e perfumado, também é outro drink fácil de beber por horas. E o Old Cuban (Rum cubano escuro, limão, melaço de cana, hortelã e espumante seco) que já é um pouco mais doce, com uma mistura de sabores super inusitada.

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Outra novidade do Bar Astor são os Cocktails On Tap, eu tomei o Il Cardinale (London Dry Gin, vermouth seco e Campari), ele é elegante, marcante, envolvente, é o meu tipo preferido de drink. E além de tudo tem essa azeitona enorme que no final fica encharcada de drink e faz uma explosão de sabores na boca! Parabéns Fabio La Pietra, você mandou muito bem!!!

Para maiores informações clique no nome do estabelecimento, no primeiro parágrafo do texto.

G&T, um bar de Gim Tônica

Localizado nos Jardins, o G&T Bar é um bar especializado em drinks com gim, especialmente o Gim Tônica!

Com um cardápio enxuto, repleto de drinks com Gim, o G&T é uma ótima opção para aquele esquenta antes de alguma festa.

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O cardápio desenvolvido pela head bartender Talita Simões consiste em quatro drinks clássicos com gim, Gin & Tonic, GinFizz, Negroni e Dry Martini, por R$15.

Seguidos por seis opções autorais de Gim Tônica, por R$20, o Mediterrâneo, com laranja  e manjericão é sensacional.

Além, de 13 opções de Gin & Tonic Perfect Serve, com combinações específicas para cada um dos 11 rótulos diferentes de gim, com preços que variam entre R$15 e R$50.

O ambiente do G&T é super descolado com um balcão extenso que fica de frente a um sofá, e alguns pufes que ficam espalhados.

No G&T não tem garçom, cada um se serve no balcão, também não tem pratos ou porções. Não é um lugar para passar horas, mas sim uma ótima opção para quem quer tomar um bom drink com gim e continuar a vida normalmente.

Mas corre, porque, infelizmente, este bar só funcionará até o mês de maio.

Para maiores informações, clique no nome do estabelecimento, no primeiro parágrafo do texto.

Florería Atlántico, os tragos por trás das flores

Por fora é uma floricultura normal, por dentro também, mas lá você encontra os tragos por trás das flores, no Speakeasy  Florería Atlántico.

Continuando as andanças pelos bares de Buenos Aires com o queridíssimo Omar Chamorro, conheci um lugar muito especial. Era a noite do meu aniversário e o Omar já tinha me falado da Florería Atlántico, mas eu nem imaginava que poderia ser tão incrível!

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Ao passar pela delicada e perfumada floricultura, é impossível imaginar que ao entrar no bar o ambiente se transforme em um lugar super moderno e descolado. Com músicas animadas e tragos extraordinários!

Começamos pelos drinks com gin, uma mais lindo e refrescante que o outro! E foi entre danças, conversas, e muita música boa que eu pedi o drink da noite, o Balestrini Negroni (Príncipe de los Apóstoles, Averna, Campari, agua de mar, piñones, ahumado de eucaliptos), ele vem numa garrafinha linda e é você mesma que se serve. Eu adorei!!!

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A Florería Atlántico é, sem dúvida, o Speakeasy mais animado que eu já conheci.

The Harrison Speakeasy e seus mistérios

Fui à Buenos Aires conhecer The Harrison Speakeasy e seus mistérios. As descobertas foram surpreendentes!

Fui para a Argentina e tive a sorte de ser recepcionada por Omar Chamorro, o maior conhecedor de bares e drinks de Buenos Aires! Sorte maior ainda foi encontrá-lo, pela primeira vez, no Nicky New York Sushi, restaurante delicioso, em Palermo, que esconde um dos melhores Speakeasy argentinos.

Para conhecer The Harrison Speakeasy você precisa jantar no Nicky New York Sushi, o que é o maior prazer! Comi a degustação de ceviches e alguns sushis que estavam incríveis.

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Depois de comer muito bem, chegou a hora de conhecer o tão esperado The Harrison Speakeasy, como chegar lá e onde ele fica exatamente, eu não vou contar para não perder a graça, mas ao entrar no bar, você se sente como se tivesse sido teletransportado para os anos de 1920, quando a Lei Seca proibia a venda de bebidas alcoólicas nos Estados Unidos, foi aí que os Spakeasy foram inventados, como um lugar disfarçadamente escondidinho, onde as pessoas poderiam beber à vontade. Como a oferta de bebidas nesta época era muito escassa, os bartenders inventaram os mais famosos e deliciosos cocktails.

E foi nesse ambiente incrível que eu me acomodei no balcão e me deliciei num Negroni, vocês tinham alguma dúvida?

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Os bartenders de lá são super simpáticos, atenciosos e talentosos. Ao entrar no The Harrison Speakeasy, a hostess pede para não tirarmos nenhuma foto, mas o Omar conhecia todo mundo e tirou muitas fotos sem problema algum, ainda bem que ele tirou as fotos com o meu celular!!

Se você está em Buenos Aires, não deixe de ir ao The Harrison Speakeasy, é imperdível!!!

Meninas Por Aí – 7 Bares em Buenos Aires

Ruas amplas, árvores e praças cheias de bossa, arquitetura rica e uma atmosfera boêmia definiram Buenos Aires para mim. A convite da minha mãe fiz uma viagem para BsAs com mais oito mulheres da minha família. Além de conhecer a cidade pensei que poderia fazer um tour pelos bares de uma das cidades mais noturnas do mundo e trazer para vocês mais um roteiro “Meninas por Aí – 7 Bares em Buenos Aires” . Decidi, junto a minha irmã Tati, desgarrar da turma e fazer da viagem uma oportunidade para conhecer uma BsAs que os turistas não conhecem. By the way, na minha opinião, esta é a melhor forma de conhecer um destino, fugindo dos pontos turístico e experimentando um pouco da vida de quem habita o local!

Ao planejar meu final de semana lá, pesquisei umas hashtags no Insta e postamos um pedido de ajuda aos nossos seguidores que gentilmente sugeriram um montão de coisas legais. Na busca encontrei a Amanda Mormito, do Blog Buenos Aires para Chicas e a Isla Montalier do IG Buenos Aires Para Donde Voy, duas brasileiras que moram em na capital Porteña e que toparam me guiar pela noite da cidade. Me surpreendo com o poder das mídias sociais de conectar pessoas ao redor do mundo, é muito bacana encontrar na vida real pessoas tão legais que conhecemos no virtual!

Ficamos no Hotel El Conquistador, no centro de Buenos Aires, bem pertinho da Recoleta e Puerto Madero. O hotel é ótimo para a categoria, fica em uma rua tranquila, com um bom restaurante e um mercadinho a cinco passos da porta da recepção. Assim que chegamos eu e a Tati decidimos dar uma volta no quarteirão para conhecer a área ao redor do hotel. Achamos a lojinha Bora Cervezas Artezanales da Patagonia, com vários tipos de cervejas diferentes. Pena que estava fechada e não conseguimos comprar nada, mas de qualquer forma fica a dica para quem quer comprar cervejas diferentes por lá.

Cervezas

Na sequência, encontramos o resto do grupo para um lanche no Datri Café na esquina do hotel. Um lugar fofo, todo arrumadinho, com tapas e cervejas artesanais. Também aproveitamos para passar no mercadinho e abastecer nosso frigobar com cervejas locais. Compramos Quilmes (Cristal, Bock e Stout), Patagonia (lager e red) e Stella Noir. Todas foram novidade para nós. A Quilmes Stout e a Stella Noir ganharam nosso coração!

Datri Café

Tínhamos três dias e duas noites, então precisávamos escolher com cautela os bares que visitaríamos. Na sexta, nossa primeira noite, encontramos a Amanda que sugeriu três bares em Palermo, bairro mais badalado da cidade. Nos encontramos na Antarez Cervejaria Artesanal, mas estava muito cheio e teríamos que esperar ao menos 40 min. Como nosso cronograma era apertado, decidimos comer algo em outro lugar e seguir pelos bares escolhidos por ela. Uma pena, o lugar parecia muito legal!

Comemos um hambúrguer de cordeiro com queijo de cabra, batatas doces fritas e Cerveja Goldrush da Grunge Brewing Company no Ninina Backery. O Lugar tem uma decoração linda, atendimento atencioso e uma comida bem gostosa.

Ninina

Seguimos a pé (como é bom curtir um passeio noturno a pé!!), para o The Harrison Speakeasy, um bar secreto que remete a época da lei seca americana, quando era proibida a comercialização de bebidas alcoólicas nos EUA. Aliás, a maioria dos bares tem essa vibe em Buenos Aires, são escondidos, em uma portinha discreta ao fundo de algum lugar. Conseguimos entrar com a ajuda da Amanda que tem um member card, pois lá só entram membros ou pessoas que jantaram no Restaurante Nicky NY Sushi, onde o bar fica escondido.

Entramos no bar por um armário dentro de uma adega, onde uma hostess conta a história do Nicky Harrison e nos passa as regras do estabelecimento. A principal delas é que é proibido fotografar para que lá  continue sempre secreto. Uma pena, pois a decoração é impecável, uma reprodução dos bares da época, com riqueza em cada detalhe. E o balcão, ah que balcão lindo!!! Cardápios em forma de jornal dos anos 20, velas em todas as mesas, luz bem baixa, trilha sonora de blues´n´jazz e o cheiro de madeira envelhecida dos móveis determinam o tom do local. Uma experiência especial e surpreendente!! E para ficar perfeito, os drinques são de arrasar, bem feitos, preparados por bartenders charmosos e cheios de experiência. O head bartender é o especialíssimo Seba García, que nos recebeu com muito carinho. Sentamos inicialmente em uma mesa e depois conseguimos nossos lugares no balcão (ou na barra como chamam os porteños), e lá tomamos shots e mais um drinque para finalizar. Queríamos ficar, mas tínhamos outros bares para visitar. Voltaremos com certeza para ficar uma noite toda por lá, vale cada minuto!

De lá partimos para o Victoria Brown Bar, um bar com decoração inspirada na revolução industrial, com engrenagens nas paredes e tonéis em forma de lustre espalhados pelo salão . Maior  e com mais gente, o ambiente lá é bom para a paquera e tem uma vibe mais animadinha. É impressionante como os bares são pensados de forma minuciosa e cada detalhe é tido como muito importante. Os tragos eram muito bem feitos, escolhi meu bom e velho Old Fashioned e ele não decepcionou. Era diferente, tinha um toque mais amargo que o de costume, mas estava delicioso.

Victoria

Tínhamos marcado com a Isla para conhecermos o Rosebar depois do Victória, mas não foi possível, pois estávamos exaustas e já passava das três da manhã. Resolvemos deixar para o dia seguinte ou para outra oportunidade. De qualquer forma o Rosebar é recomendadíssimo e com certeza está na nossa lista para quando voltarmos.

Acordamos no sábado e resolvemos ir a pé até a Livraria El Ateneo, eleita a segunda livraria mais bonita do mundo. Sou um tanto desconfiada destes títulos amplamente divulgados, mas o local me conquistou e ficamos lá a manhã toda! Decidi ficar no setor de gastronomia enquanto minha irmã se esbaldava nas autoras feministas, afinal ela é a nossa colunista feminazi. Achei muita coisa bacana e acabei trazendo alguns livros com receitas de tragos para casa.

El Ateneo

A tarde pensamos em fazer uma paradinha no Bullers Pub & Brew, que estava perto do nosso rolê turístico pela Recoleta e, para nós, terminar um passeio com uma boa cervejinha é de lei! O bar estava meio vazio, era uma tarde cinza em Buenos Aires, sentamos na área externa, na praça, e pedimos o sampler das cervejas da casa, com uma porção de batata doce frita. Achamos a cerveja razoável, sem muito corpo e com um amargor muito presente sem acrescentar uma nota saborosa à receita. Não achamos o bar um lugar incrível, é razoável, perto dos outros bares de Buenos Aires, este deixa muito a desejar.

Bullers

Voltamos para o hotel e a noite nos encontramos com a Isla, do Buenos Aires para Donde Voy. Ela nos guiou por mais três bares e foi uma querida também! Começamos pelo The Temple Bar, na filial que ficava no quarteirão do nosso hotel. Não é a filial mais bacana, mas é um pub interessante, bem decorado, passamos para conhecer já que ficava literalmente a alguns metros do hotel. Não conseguimos ficar mais que cinco minutos, pois estava muito, muito cheio e achamos melhor ir para outro local. A matriz do The Temple Bar, segundo a Isla, é muito mais bonito e merece uma visita. Fica para próxima!

Seguimos para o Gran Bar Danzón, outro bar na Recoleta super recomendado! Descemos do táxi e vimos uma portinha na calçada, sem identificação nem nada. Fiquei receosa, pensei que podia ser uma furada, mas minha opinião já mudava ao subir as escadas e quando entrei, me apaixonei! O lugar é lindo, com decoração contemporânea, iluminação perfeita, luz baixa e gente muito bonita. Não conseguimos sentar na barra, mas fomos rapidamente acomodadas em uma mesa. O atendimento demorou um pouco para começar, talvez devido ao grande número de pessoas. Como estávamos encantadas com o local e o papo estava ótimo, acabamos por nem sentir muito. Pedimos os nossos tragos e de entrada uma Tarte Tartin de Maçã e Queijo de Cabra (AMO queijo de cabra!). Estava DI-VI-NA! Uma festa na boca! Os drinks também eram bons, mas a comida é mais marcante. Para o prato principal, pedimos Pato com Creme de Castanhas (feito com perfeição), e Polenta com Carne de Cordeiro. Os dois estavam DE-LI-CI-O-SOS! A Isla foi de sushi vegetariano e também gostou muito.

 Gran Danzon 1

Gran Danzon 2

De lá fomos para nossa última parada, o Florería Atlântico, segundo colocado no The World´s 50 Best Bars. Também na Recoleta, fica numa rua charmosa, cheia de bossa. De fora, parece só uma floricultura (linda), que também vende vinhos, mas existe uma portinha, que te leva à um porão com um balcão comprido e uma decoração desconstruída, com cara de que precisa de restauração mas é intencional sabe?

Conseguimos nossos três lugares na barra e fomos prontamente servidas com água em copos lindos, fofos! A água lá é cortesia, um mimo que ao meu ver é muito carinhoso e inteligente. Pegamos o cardápio e começamos a escolher nossos tragos. Os nomes eram inusitados, a Tati foi de Mary Poppins goes Punk, com notas adocicadas e canela e a Isla optou por um mais refrescante e com espumante. Eu fui de British Worker, com uísque na composição, um dos meus ingredientes favoritos num drink. Os três estavam ótimos, bem feitos,  elaborados com sabedoria. A decoração era linda, em canecas de ágata e taças charmosas. Infelizmente não conseguimos comer, a cozinha já estava fechada devido ao horário, chegamos às duas da manhã! Num contexto geral o bar é charmoso, o atendimento é bom, o ambiente é agradável, mas não está no topo da lista dos meus melhores bares… Sentimos falta de nos relacionar mais com os bartenders, gostamos do balcão pela interação com o universo de quem está do outro lado, pelo show e a oportunidade de conhecer coisas e pessoas novas. Lá os bartenders não estavam muito pra papo e também não nos guiaram pelas opções de drinks. Senti falta de um chamego que é usual na barra!

Florería

Buenos Aires deixou saudades no meu coração, voltarei em breve Mi Buenos Aires Querído, para mais tragos e mais bares marcantes!! Cheers!