Drinks no Centro

Drinks no Centro terá coquetéis e petiscos vietnamitas.

Dos mesmos organizadores do Jantar no Centro, evento terá a participação do mixologista Rafael Mariachi, que preparou uma carta de drinks inspirada nos sabores asiáticos.

Uma tarde com bons drinks harmonizados com deliciosos petiscos vietnamitas e uma linda vista do Centro. Essa é a proposta do Drinks no Centro, evento irmão do Jantar no Centro – que há um ano recebe convidados para jantares vietnamitas em um apartamento no Centro de São Paulo. Para o Drinks no Centro, Dani Borges, responsável pelo cardápio dos jantares e pelos petiscos, recebe Rafael Mariachi, mixologista da Pernod Ricard, que preparou uma carta de bebidas especiais para o evento e receberá os convidados. O Drinks no Centro acontece no dia 17 de junho – em dois horários – das 14h30 às 18h30 e das 16h30 às 21h30.

Foto: Keiny Andrade

A carta de drinks para o evento se divide em duas partes: a primeira com drinks mais leves, florais e frutados, e uma segunda com coquetéis mais alcoólicos. “Busquei inspiração nos sabores e ingredientes da Ásia para que as bebidas pudessem complementar os pratos oferecidos pela Dani”, diz Mariachi.

Na primeira parte, entram drinks como Jameson Spring Punch, preparado com whiskey Jameson, o bitter Brasilberg, amoras e especiarias, tônica e guarnecido com laranja seca e capim santo. Na mesma linha, o Emanuelle, com Gin Beefeater, tangerina, Poire Willians e camomila traz o frescor tropical para a tarde de drinks. Da mesma forma, o Ha Long Bay Tea, com Gin Beefeater, limão siciliano, eucalipto, quinino, clara de ovo e bitter floral é leve e refrescante.

Foto: Keiny Andrade

Entre os mais alcoólicos estão o Tikicongs (Havana Club 7 anos, xarope de castanha, licor de baunilha e especiarias, além de banana prata e laranja Bahia); o The Right Hand (Havana Club 7, vermute tinto, Campari e bitter de chocolate); e o Dark Stormy (Havana Club 3, ginger ale, suco de limão e demerara). Completa a carta o clássico Gim Tônica, guarnecido de especiarias.

Para fazer a companhia aos drinks, serão servidos petiscos vietnamitas. Entre as opções do dia estão a Barriga de Porco caramelizada, feita com suculentos cubos de barriga de porco temperados com especiarias e caramelizadas com açúcar mascavo; Asinhas de Frango com especiarias, assadas com molho de peixe e um toque mais acentuado de anis estrelado; Caldinho de caranguejo, leve e aromático, com toques de especiarias; e os Rolinhos Vietnamitas, que são as opções veganas do cardápio: mix de ervas aromáticas e verduras, envolvidos em papel de arroz e servidos com molho picante e doce.

Foto: Keiny Andrade

Os convites para o evento podem ser adquiridos no FoodPass e custam R$ 110 por pessoa e podem ser adquiridos para dois horários: o primeiro, com início às 14h30  e, um segundo, com início às 16h30.

Os convites, adquiridos com antecedência, incluem um shot de boas-vindas, dois drinks (à escolha do convidado) e um petisco (também à escolha). Outras bebidas – drinks (R$ 18), cerveja (R$ 7) e petiscos (R$ 16) também estarão disponíveis para compra no local.

Mais informações:

jantarnocentro@gmail.com

facebook.com/jantarnocentro

instagram: @jantarnocentro

Fotos: Keiny Andrade

Casa Avós, nosso quintal em São Paulo

Inaugurada em dezembro de 2016, na Rua Croata, 679, Vila Ipojuca, em São Paulo, a Casa Avós é aconchegante e acolhedora, tipo quintal da nossa avó e reúne as cervejas da marca paulista Avós, chopes vendidos para serem levados em growlers ou crowlers, além de charmosos souvenirs cervejeiros.

Com menos de um ano de mercado, a cerveja cigana de DNA caseiro batizada de Avós, nascida da paixão do publicitário e cervejeiro Junior Bottura pelas panelinhas e uma celebração ao vínculo que teve a sorte de cultivar com todas as suas avós e bisavós, abriu ao público sua sede no dia 8 de dezembro, a Casa Avós.

Avós

A Avós trouxe uma máquina semi-automática de enchimento de crowler, que permite que o chope seja enlatado na hora, em recipientes de um litro para o cliente levar embora. Ocupam as prateleiras da Casa Avós, charmosos souvenirs cervejeiros como camisetas, meias, bonés, copos, abridores, kits com duas garrafas (300 ml cada) e geleias feitas com a própria bebida.

Para comemorar a nova fase da marca, a Avós engatou em seu Growler, uma receita exclusiva, vendida apenas no local como chope, a Vó Juca, nome que homenageia o bairro, é a versão da cigana para o elegante estilo Pilsen, cerveja de corpo baixo, dourada, de espuma clara, que apresenta aroma de lúpulo floral e herbal, atinge 14 IBUs e no paladar o amargor fino dos lúpulos tchecos se sobrepõe aos sabores de pão provenientes do malte, entrega boa bebilidade e muito frescor.

Os rótulos da cerveja paulista que circulam nas torneiras da Casa Avós são: os primogênitos Vó Maria, a Baixinha Porreta, produzida com o mesmo carinho de quando era feita nas panelinhas, é a leitura de Junior para um dos estilos mais adorados pelos hop heads, o India Pale Ale. Proporciona ao consumidor uma receita de visual âmbar claro, com 7% de teor alcoólico e 65 IBUs que conferem amargor intenso e elegantemente equilibrado. No nariz ela traz aroma cítrico que remete a frutas amarelas como maracujá e manga. Já a sua Hoppy Lager, medalha de prata no South Beer Cup 2016, chamada de Vó Maria e o seu lado Zen, de cor dourada e espuma branca, entrega ao paladar uma cerveja de corpo baixo, com 4,9% de teor alcoólico e refrescante. Com amargor sutil garantido por seus 18 IBUs, elaborada com o mesmo dry hopping da Baixinha Porreta, técnica que infusiona lúpulos durante a etapa fria do processo de produção e confere riqueza de aromas, a cerveja alcança com leveza notas cítricas e frutadas.

A marca conta também com receita que funde as personalidades dos seus dois primeiros estilos, envasada em lata de alumínio e batizada de Vó Maria In Concert, trata-se de uma India Pale Lager que mescla os lúpulos Citra e Crystal, usados na India Pale Ale e na Hoppy Lager e ainda inclui a variedade Equinox. A ideia nasceu do evento promovido pela cerveja Avós que harmonizou jazz e blues com suas cervejas. A Vó Maria In Concert também está disponível em chope no espaço, tem visual dourado, amargor moderado, chega a 50 IBUs e tem 6,1% de teor alcoólico. As variedades de lúpulos usadas entregam ao olfato, citricidade e toque frutado e resinoso, que remete a pinho. Na boca a cerveja se mostra leve, refrescante e contempla o paladar com equilíbrio entre sabor de lúpulo e a presença do malte, que remete a notas de pão fresco.

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E agora em fevereiro a inquieta cerveja Avós lançou a mais nova integrante do seu time, a Vó Ana, A Matrona, uma Lager feita com trigo, adição de semente de coentro e camomila tem visual amarelo palha, espuma branca cremosa, corpo leve, 5,1% de teor alcoólico e uma drinkability convidativa. Ao paladar a receita entrega, como resultado de seus 40 IBUs, amargor elegantemente presente e equilibrado. No nariz traz notas que remetem a frutas cítricas, como limão e tangerina, por conta da dupla Sorachi Ace e Mandarina Bavária, os lúpulos usados no dry hopping.

Quem quiser provar algum dos chopes da cerveja Avós, enquanto aguarda o serviço dos growlers e crowlers, ou conhece o espaço, é bem vindo e recebido com amendoins e tremoço, como um mimo para beliscar. Mas se a fome for grande, pode levar um lanche ou pedir uma pizza na sua pizzaria favorita, lá é igual casa de vó, pode tudo!

 

Horário de funcionamento: Terça à Sexta, das 17h30 às 21h30h, Sábados das 11h às 15h / a Casa Avós oferece o espaço eventos fechados aos sábados das 16h às 22h.

Cachaça com Cultura | Dzi Croquettes

Com edição especial de rótulo, Cachaça WIBA! comemora os 45 anos da trupe Dzi Croquettes!

Ontem estive lá para conferir e preciso dizer exatamente o que mais me impactou em cada bailarino/cantor/ator e na peça no geral. Como não sei o nome de cada um vou me referir à eles com as nacionalidades com as quais eles se apresentam no início do espetáculo.

Começando pela “americana”, o nome dele é Lucas, ele é o menor deles, mas tem uma voz de arrepiar! A “espanhola” tem uma expressão tão forte e tão hipnotizante! A “alemã”, eu chamo carinhosamente de Supla, ele é sério e engraçado ao mesmo tempo, deu um show de dança! A “japonesa”, é o “cirne”! Gente, me explica o que significa esse moço dançando ballet na ponta???? Inacreditável!! A “africana/baiana”, que corpo, que dança, que tudo de bom! Ele sozinho é um espetáculo, eu passaria a vida assistindo-o! E a “italiana”… Me apaixonei! Não é justo essa pessoa ficar trocando de roupa na nossa frente, com aquela bunda virada para a lua, tão perto e tão longe ao mesmo tempo, me senti naquelas lojas de cristais, nas quais você não pode tocar em nada, mas morre de vontade! E a voz dele? E o sorriso?? E a articulação e impostação vocal??? Juro, estou ‘in love’!

Além disso tudo tem o Ciro, ah Ciro!! A arte encorporada! A vitalidade à flor da pele!! Chorei de rir na hora da Bibi…. Ahahahahahahahhahahahh…..

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O espetáculo todo é SENSACIONAL, ele tem uma pegada política, com tom de comédia!! Músicas doas Mamonas Assassinas e Titãs, estão entre samba, tango e flamenco. É tão lindo!! E está em curta temporada, as comemorações se completam com a reestréia do espetáculo Dzi Croquettes no Teatro Augusta, com uma nova geração de bailarinos/cantores/atores dividindo o palco com o seu diretor Ciro Barcelos que, ao lado de Bayard Tonelli, representam em cena a formação original do Dzi Croquettes.

Elaborado com vigor físico e humor peculiar aos Dzi Croquettes, o espetáculo mantém o forte apelo da dança como outrora, quando o coreógrafo norte-americano Lennie Dale liderava o grupo. Mixando coreografias em ritmos como jazz, bossa nova, samba, flamenco, bolero, tango, ainda abrindo espaço para passos de Le Parkour e Wacking, o grupo constrói uma versão pop do Teatro Musical Brasileiro também sustentado por uma trilha de sonoridade eletrônica.

São Paulo foi muito importante na trajetória do Dzi Croquettes. O conjunto criou, em 1972, o espetáculo Gente Computada Igual a Você, levado para São Paulo na casa noturna TonTon. Transferida para o Teatro 13 de Maio, na Bela Vista, fez enorme sucesso. Na equipe criadora do espetáculo estavam o coreógrafo Lennie Dale, o autor Wagner Ribeiro de Souza, e os atores/bailarinos Cláudio Gaya, Cláudio Tovar, Ciro Barcelos, Reginaldo di Poly, Bayard Tonelli, Rogério di Poly, Paulo Bacellar, Benedictus Lacerda, Carlinhos Machado e Eloy Simões.

Exilados do Brasil pela ditadura militar, os Dzi Croquettes conhecem a consagração internacional em 1973 e 1974, fazendo longas temporadas nos teatros de Paris.

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EXPO DZI 45 ANOS*
A exposição no Teatro Augusta mostra um pouco da trajetória do grupo de teatro Dzi Croquettes, que celebra 45 anos de história com rótulo especial confeccionado em parceria com a Cachaça WIBA! nas versões: Branca, Amburana e Blend de Carvalhos, #DZI45ANOS mostra fotos do acervo pessoal do Dzi, feitas no auge da carreira do grupo e que somente agora estão sendo exibidas ao público paulistano. A mostra traz dezenas de fotos de peças e bastidores, além de figurinos originais e cartazes produzidos pelo Dzi Claudio Tovar. No mesmo espírito da peça, a exposição procura trazer a atmosfera libertária que o grupo instaurou em meio à ditadura militar.

SERVIÇO
Apresentações: quartas e quintas até 23/02
Horário: 21h às 23h
Teatro: Teatro Augusta – Rua augusta, 943
Estacionamento pago no local
Classificação: 14 anos

PREÇO:
Inteira: R$ 80,00
Meia entrada: R$ 40,00

Realização:
ARTE-SE – Estúdio Ciro Barcelos e Miraklo Produções

Cervejaria Guerrilha! – A Revolução é Líquida

No último sábado estive no pré-lançamento da Cervejaria Guerrilha!, com uma proposta de revolução líquida por um mundo melhor, durante o Festival TRESPRAUM, em São Paulo.

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A Guerrilha! é uma cervejaria artesanal que busca valorizar as expressões artísticas, culturais e sociais que mudam o mundo para melhor, e eu pude conhecer em primeira mão seus três primeiros rótulos cujos estilos são: Hop Lager, India Pale Ale e Witbier, que são maravilhosas!!!

O lançamento oficial da Cervejaria Guerrilha! acontece no dia 18 de dezembro, no bar São Paulo Tap House.

Cervejaria Guerrilha! é criação do cervejeiro Eduardo Eloi, que começou a produzir cerveja em casa em 2012. Formou-se em Direito, mas percebeu que sua carreira é com o universo cervejeiro e, após ter frequentado o curso de cervejeiro do Senai, decidiu mudar de profissão e se aventurou no mundo das cervejas. O conceito da Cervejaria Guerrilha! surgiu a partir de reflexões do idealizador da cervejaria e relações com outros movimentos artísticos, culturais e sociais.

“Todo cervejeiro caseiro experimenta uma sensação de liberdade e de pertencimento, pois passa a criar algo que antes apenas comprava. Gosto de pensar que seremos uma sociedade mais aberta, mais viva e mais bonita no futuro e eu gostaria de expressar essa atitude de mudança em uma cerveja e marca; então pensei na expressão Guerrilha!, como conceito que comunica essa necessidade de mudar, de ter mais liberdade na vida, e como forma de valorizar todos os pequenos movimentos pessoais e diários que podem mudar o mundo pra melhor”, explica Eduardo Elói, idealizador da Cervejaria Guerrilha!.

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Juntamente com seu amigo e também cervejeiro Igor Puorro, Eduardo desenvolveu as três receitas que iniciarão o portfólio da Cervejaria Guerrilha!: Uma Hop Lager, com 4,5% de teor alcoólico, cerveja clara de corpo leve, com amargor presente e aroma de frutas tropicais; uma American IPA, com 5,5% de álcool, de cor dourada, com amargor marcante, notas de caramelo e aroma cítrico intenso e resinoso, provenientes dos lúpulos americanos e uma Witbier, cerveja de estilo belga, com 5,0% de teor alcoólico, de corpo aveludado, decorrente das adições de trigo e aveia, que tradicionalmente conta com adição de especiarias e que nessa versão inclui sementes de coentro, zimbro, pimenta rosa e casca de limão cravo.

“Produzimos essas cervejas pensando em proporcionar três experiências bem diferentes aos consumidores. Desde o começo quando estávamos fazendo cerveja em casa, tínhamos o objetivo de produzir algo novo para nós mesmos. Resolvemos compartilhar isso com outras pessoas incentivando-as a mudarem a sua própria realidade e fazerem o que gostam”, afirma Igor Puorro, cervejeiro da Guerrilha!.

A Guerrilha! será produzida em parceria com a cervejaria Guilda GIV–da cidade de Barretos-SP, aberta em 2015. A parceria vai além da produção de cervejas; englobará também o melhoramento técnico da cervejaria, a diminuição de custos e o apoio mútuo para a distribuição.

“Conheci o sócio da Guilda, Walter Soares, há três anos no curso do Senai em Vassouras. Conversando sobre nossos projetos, percebemos a oportunidade de nos ajudarmos. Creio muito no sucesso dessa parceria, que é diferente do modelo de terceirização que vigora hoje em dia. Nossa cerveja estará presente no Oeste e iremos trazer a Guilda GIV para a capital”, afirma Eduardo.

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As três primeiras cervejas da Guerrilha! poderão ser encontradas primeiramente em chope, no lançamento oficial no bar São Paulo Tap House no dia 18, e, posteriormente, nos principais bares e empórios da cidade, engarrafadas em 310 ml.

“Não queremos apenas trazer boas cervejas. Nosso objetivo também é caminhar junto com a outros movimentos que estão acontecendo ao nosso redor. A expectativa é poder participar dessa transformação da cidade, oferecer produtos de qualidade e estar ao lado das pessoas que estão em busca de inovação, de novas expressões de vida”, finaliza Eduardo.

Vida longa à Guerrilha!

Botecagem na Moóca!

BARES PAULISTANOS SE REÚNEM PARA O BOTECAGEM! Vaca Véia, Filial, Brexó Bar & Cozinha, Galinheiro Grill, Zé Gordo, Dedo de Moça, Blá Bar e Gràcia bar lançam festival gastronômico aberto ao público, Botecagem, na Moóca, em São Paulo, no dia 11 de dezembro.

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São Paulo se prepara para ganhar um novo festival gastronômico nos próximos dias. Um presente para a cidade, a primeira edição do Botecagem, com entrada gratuita, é fruto da união de icônicos bares da capital e promete receber amantes da “cultura de boteco” de todos os cantos de São Paulo, no dia 11 de dezembro, para provar deliciosas receitas reunidas em um único lugar.

Com música ao vivo e DJs, das 13h às 22h, o público poderá se deliciar com os petiscos vendidos em porções diferenciadas, dos disputados bares como Brexó Bar & Cozinha, Filial, Vaca Véia, Galinheiro Grill, Gràcia Bar, Zé Gordo, Dedo de Moça e Blá Bar, que podem ser acompanhados das cervejas geladas Original (R$ 8 – 300ml), Serra Malte (R$ 10 – 300ml) e Adriática (R$ 14 – 600ml).

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A ideia do Botecagem surgiu para homenagear a tradição de reunir turmas de amigos em torno de uma mesa, com cerveja gelada e deliciosos petiscos e promete, com uma edição anual, reviver esses momentos dentro e fora dos bares, fomentando novas receitas e atraindo ainda mais o público para essa nova experiência.

Serviço: Botecagem SP

Endereço: Rua Visconde de Parnaíba, 2910 – Moóca

Horário: 13h às 22h

Entrada: gratuita mediante nome na lista através do email – botecagem@haute.com.br

Informações: (11) 3063-3242