A Cervejaria Ratsherrn Brauerei chega ao Brasil

Hamburgo traz intrínseca em seu DNA a vocação para ser uma cidade cervejeira. E foi lá que surgiu a cervejaria Ratsherrn Brauerei que chega ao Brasil oficialmente no último trimestre de 2016 através da Davika Comercial Importadora e Exportadora. De modo que a Importadora amplia seu portfólio com uma cerveja que traz consigo a tradição alemã aliada às produções mais modernas inspiradas na revolução cervejeira americana do século passado. Mas antes de conhecermos a cervejaria, precisamos fazer uma breve viagem no tempo para sabermos mais sobre a história cervejeira de Hamburgo.

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Contexto histórico

A relação de Hamburgo com a cerveja é antiga. Registros dão conta de que a bebida já era produzida na região há mais de mil anos e na metade do século XIII as primeiras cervejarias começaram a operar com força na região. A ponto de que em 1276 havia mais de 450 cervejarias oficialmente registradas. E devido à sua localização, a cidade também influenciava o mercado cervejeiro escandinavo.

O rótulo que virou marca

Após esse período de sucesso, a cidade assistiu à desaceleração do mercado e somente no começo do século XX que a atividade cervejeira de Hamburgo foi retomada (com a atuação de 15 cervejarias). No Pós-Guerra houve mais uma tentativa de recomeço e eis que no ano de 1951 foi servida ao público a primeira Ratsherrn Pilsener produzida pela Cervejaria Elbschloss (que fechou as portas em 1955). Mais de meio século depois, em 2012, foi que a Ratsherrn retornou ao mercado em definitivo. E não mais como um rótulo, mas sim como marca própria.

“Just Craft. Real Taste”

Este não é só um slogan, mas sim como a Ratsherrn Brauerei – pioneira na produção de cervejas craft em Hamburgo – busca destacar o seu maior desejo: encantar o consumidor com suas produções que mesclam a tradição alemã com as novas produções cervejeiras inspiradas na revolução dos Estados Unidos (que ressoa na Itália, Dinamarca e Áustria).

E este trabalho não poderia estar em lugar melhor do que o charmoso bairro de Sternschanze. A cervejaria está localizada nos galpões de um antigo mercado construído no Século XIX no coração de Hamburgo e após uma cuidadosa restauração dos galpões, hoje um patrimônio tombado pela cidade de Hamburgo, mais uma vez tradição e o moderno se combinam, inovando o mercado cervejeiro.

Por dentro da Ratsherrn

A equipe é formada por Thomas Kunst, Philip Bollhorn e Ian Pyle que se uniram com o propósito de criarem as melhores cervejas do norte da Alemanha sob o pensamento de que “um fabricante de cerveja artesanal nunca está satisfeito com o sabor uniforme de cervejas convencionais”.

Ian Pyle, inclusive, trabalhava na Samuel Adams (prestigiada cervejeira dos Estados Unidos) e enquanto procurava novas inspirações e influências que poderiam ajuda-lo a criar novas cervejas, conheceu a Ratsherrn. Foi paixão ao primeiro gole do agora Gerente, Mestre Cervejeiro e “Homem de Frente” da cervejaria que ainda exporta para Dinamarca, Áustria, Suíça, Holanda e China.

A Ratsherrn no Brasil

Focada em importação de cervejas alemãs, a Davika Comercial Importadora e Exportadora pretende ampliar o ponto de vista do mercado brasileiro em relação às produções daquele país. “Quando nos referimos às cervejas alemãs muitas pessoas têm em mente os estilos tradicionais Weizen, Kolsch, Helles e German Pils. Por isso, esperamos que a Ratsherrn mostre aos consumidores que a Alemanha também é referencia em inovação de cervejas. Ou seja: o perfil cervejeiro alemão está mudando aos poucos e queremos trazer essas inovações ao público brasileiro”, destacam os sócios da Davika, Caio Magalhães e João Romeiro.

A distribuição da Ratsherrn

A Davika está localizada em Jundiaí, local estratégico entre dois grandes centros consumidores no estado de São Paulo que são São Paulo e Campinas. De modo que a distribuição inicial será no interior paulista onde a empresa possui uma solida rede de bares e restaurantes parceiros. Em São Paulo a cerveja poderá ser encontrada no Empório Alto dos Pinheiros (EAP) e alguns outros bares parceiros. A bebida deverá custar no PDV entre R$ 25,00 e R$ 30,00 e não será distribuída em supermercados.

As cervejas

A Ratsherrn conta com uma linha de cervejas tanto fixas quanto sazonais e os rótulos que chegaram agora ao Brasil são:

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Ratsherrn Pilsener

Com grande frescor, a Ratsherrn Pilsener prova que um país não precisa ter sempre altas temperaturas para produzir uma cerveja refrescante. Afinal, esta legítima German Pilsener apresenta todas as nuances esperadas para o estilo favorito dos alemães. Com coloração dourada levemente opaca, a cerveja destaca muito bem tanto no aroma quanto no sabor a presença de malte que remete à panificação e ao clássico malte floral alemão. Inclusive, é produzida com quatro tipos de lúpulo: Herkules, Tradition, Select e Saphir. É leve, com amargor médio e altíssimio drinkability. Produzida na Alemanha para o calor do Brasil.

Estilo: German Pilsener

Teor alcoólico: 4,9%

Preço no EAP: R$ 21,00 (330 ml)

Ratsherrn Lager

Uma cerveja com história. É assim que podemos apresentar a Ratsherrn Lager. Produzido há mais de 150 anos em Hamburgo, o estilo Vienna Lager se mantém em destaque neste rótulo. Desde a sua elegante coloração dourada com reflexos alaranjados, a cerveja entrega tudo o que se espera do estilo. No aroma e sabor presença do malte que entrega notas de casca de pão e o aroma ainda apresenta o frescor do lúpulo floral (cerveja produzida somente com lúpulos alemães). O amargor é médio-baixo, o aftertaste é seco, há baixa carbonatação e altíssimo drinkability. É uma cerveja sedutora que pode trazer novos consumidores de cervejas para este maravilhoso universo de cores, aromas e sabores através desse estilo extremamente elegante. A cerveja ainda passa por processo de dry hopping.

Estilo: Vienna Lager

Teor alcoólico: 5,4%

Preço no EAP: R$ 23,00 (330 ml)

Ratsherrn Rotbier

Apresentando uma elegante cor vermelho rubi, esta é uma cerveja tradicional de Hamburgo com muita história para contar porque indícios que dão conta de que no início do século XIII este estilo de cerveja já era produzido. No aroma notam-se nuances de panificação, caramelo, toffee e lúpulo floral. O sabor refrescante pela presença do lúpulo floral confirma o aroma e ainda traz uma surpresa: o destaque para toques de café. A carbonatação é média e o aftertaste é levemente seco com o café ficando mais presente, corpo médio e amargor médio-baixo. A Ratsherrn Rotbier é uma daquelas cervejas para se apreciar de modo contemplativo e podendo ser harmonizada tanto com pratos salgados quanto doces. Certamente será uma experiência gastronômica única.

Estilo: Rotbier (Red Lager)

Teor alcoólico: 5,2%

Preço no EAP: R$ 23,00 (330 ml)

Ratsherrn Pale Ale

Com coloração dourada e reflexos alaranjados sem turbidez, a Ratsherrn Pale Ale engarrafa a história. Afinal, o estilo Pale Ale chegou a Hamburgo no Século XVII e como dizem na região portuária da cidade: “Atracou e não saiu mais”. No aroma, destaques para panificação e leves toques cítricos provenientes do lúpulo (são cinco tipos entre alemães e californianos) com sutil toque resinoso. No sabor o cítrico fica em primeiro plano, mas totalmente equilibrado e discreto e no segundo plano o malte e o resinoso também se apresentam com discrição. É uma cerveja equilibrada com amargor médio-baixo e aftertaste seco. Eis a prova de que é possível mesclar a sobriedade da Escola Alemã com a personalidade contemporânea da Escola Americana.

Estilo: American Pale Ale

Teor alcoólico: 5,6%

Preço no EAP: R$ 24,00 (330 ml)

Ratsherrn Coast Guard IPA

Com três tipos de malte e seis de lúpulo, a Ratsherrn Coast Guard IPA mostra o lado contemporâneo e cosmopolita da produção cervejeira alemã dos anos 2000. De coloração dourada com reflexos alaranjados e sem turbidez, a cerveja traz aroma cítrico bem presente lembrando frutas como manga e maracujá. No sabor, confirmam-se as nuances frutadas tendo também a presença do malte em segundo plano com o toque resinoso. No aftertaste gera salivação e os toques cítricos ficam mais presentes e de modo equilibrado. Cerveja com corpo médio, amargor médio-alto e que insere a costa oeste de Hamburgo na Rota Cervejeira Mundial dos amantes das American IPAs.

Estilo: American India Pale Ale

Teor alcoólico: 6,3%

Preço no EAP: R$ 27,00 (330 ml)

Sobre a Davika

Caio Magalhães e João Romeiro eram amigos desde a adolescência e sempre tiveram vontade de empreender. Depois dos anos na escola começaram a estudar Administração de Empresas com foco em Comércio Exterior / Internacionalização.

Em 2009 João se mudou para a cidade de Landshut na região da Baviera e chegou ao país em meio aos festejos da Oktoberfest. A paixão com a cerveja se deu logo no primeiro gole ao perceber as diferenças entre as cervejas alemãs em relação às brasileiras. Duas Oktoberfests depois os amigos se reencontraram (na época Caio estava morando na Inglaterra) e ao menos já sabiam em que mercado gostariam de empreender. Foi em 2014 que surgiu a Davika Comercial Importadora e Exportadora que ainda conta com o trabalho de Victor Magalhães e Daiana Cypriano.

O trabalho se iniciou com o teste de se importar cervejas da Cervejaria Hohenthanner (localizada a 20 minutos de onde João morava) e desde então a empresa vem crescendo sustentavelmente mês apos mês. Em 2016 aceitaram o desafio de introduzir a marca Ratsherrn no Brasil – uma marca inovadora de Hamburgo com foco totalmente diferente da Hohenthanner.

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Formada em Comunicação Social com Habilitação em Rádio e Televisão pela Universidade Metodista de Piracicaba (UNIMEP), Fabiana morou na Alemanha, onde agregou ainda mais seus conhecimentos Cervejeiros.

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Cevando o Amargo, o mundo da IPA – India Pale Ale

Cevando o Amargo, o mundo da IPA – India Pale Ale. Como diz o grande e incomparável Lupicínio Rodrigues… Cevando o Amargo. Hoje dedico meu post a ela, IPA – India Pale Ale e seu amargor, mais que sedutor.

Mas calma, na música ele remete ao amargor triste, da perda do amor. Aqui não, vamos falar como esse estilo vem ganhando espaço no coração dos cervejeiros.

Um pouco de História… Esse estilo surgiu na Inglaterra, IPA – India Pale Ale. Durante a colonização da Índia, os ingleses navegavam durante dias e a cerveja que era armazenada geralmente dentro dos navios, oxidava. Para que isso não acontecesse, a mesma recebia uma dose extra de lúpulo, que a tornava mais aromática, além do lúpulo fazer um ótimo papel como conservante da cerveja. Isso quer dizer que ela durava mais, além de ter um teor alcoólico mais alto.

O tempo passou e esse estilo de cerveja foi ganhando um grande espaço, principalmente no Brasil. Cervejas mais aromáticas, com uma coloração que pode variar para o mais avermelhado, onde cada cervejaria traz sua personalidade bem marcante.

Abaixo algumas sugestões:

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Innis & Gunn Toasted Oak IPA:
Uma cerveja com bastante presença de lúpulo, elaborada com uma técnica de produção em que o lúpulo é adicionado em 3 pontos diferentes do processo, para aumentar a sua característica de amargor. Além disso, há a maturação em barricas de carvalho tostadas, para remeter ao sabor das cervejas dos anos 1800. Simplesmente uma cerveja deliciosa. Para quem nunca provou uma cerveja nesse estilo, aqui fica uma dica.

Dama Bier India Pale Ale (IPA):
A Dama India Pale Ale possui cor âmbar, com a presença do lúpulo muito mais marcante. Seu aroma cítrico, frutado e sedutor, convidam para mais um gole. Na boca, ela é equilibrada, mas a presença do lúpulo bem evidente, mais amargor e persistência. A harmonização acontece com comida indiana, mexicana, carne suína e queijos como Gouda ou Maasdam.

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Blondine IPA Horny Pig Session – Brasil:
Uma cerveja com personalidade, com lúpulos de aromas mais frescos e cítricos, na boca apresenta um amargor bem pronunciado. Harmoniza com pratos asiáticos.

Festival Fartura Gastronomia São Paulo

O Festival Fartura Gastronomia, um dos maiores do país, passou por São Paulo com chefs e produtores de todos os estados brasileiros.

Com ingressos esgotados e mais de 8.000 visitantes nos dois dias de evento, a primeira edição do Festival Fartura na capital paulista foi um sucesso e contou com chefs de norte a sul do País, como Angelita Gonzaga (SP), Morena Leite (SP), Daniela Martins (PA), Ariani Malouf (MT), Tássia Magalhães (SP), Kátia Barbosa (RJ), Heloísa Bacellar (SP), Lia Quinderé (CE), e Bel Coelho (SP).

Da exótica Damurida, comida típica de Roraima preparada por Denise Rohnelt, de Boa Vista, a uma costela do Rio Grande do Sul preparada ao vivo por Antônio Costaguta, do El Topador de Porto Alegre, estiveram presentes 130 atrações gastronômicas no Festival Fartura Gastronomia São Paulo, que aconteceu no Jockey Club no final de semana de 25 e 26 de junho.

O Festival Fartura São Paulo faz parte do Projeto Fartura Gastronomia, que realiza a Expedição Fartura Gastronomia e já mapeou a cadeia produtiva gastronômica (do campo ao prato) de todos os estados brasileiros inclusive o Distrito Federal, rodando mais de 60 mil quilômetros em cinco anos. Este conteúdo pesquisado é levado para os cinco eventos do Projeto que acontecem em Porto Alegre, Fortaleza, São Paulo, Belo Horizonte e o tradicional Festival Cultura e Gastronomia de Tiradentes. Estes eventos em 19 anos de existência já atraíram mais de 500 mil pessoas. O mesmo conteúdo pesquisado é desdobrado em canais de comunicação, que também fazem parte do projeto, que são os quatro livros premiados (Prêmio Jabuti e Gourmand) três filmes e redes sociais.

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O Festival Fartura São Paulo foi dividido em oito espaços gastronômicos dois palcos para atrações musicais e artísticas e área dedicada para Food Trucks.

Entre as atrações, o visitante pôde provar pratos de grandes chefs de diversos estados do País, mas o prato mais disputado foi o PF da chef (costela bovina assada em baixa temperatura, acompanha arroz brasileiro com queijo coalho, milho, ovo surpresa, banana caramelizada e farofa da terra), da Ariani Malouf, do restaurante Mahalo Cozinha Criativa, de Cuiabá, MT.

Mas a melhor parte do evento, na minha opinião, foi a aula sobre Cervejas Artesanais Brasileiras, com a Kathia Zanatta, do Instituto da Cerveja Brasil (São Paulo, SP), que aconteceu no Espaço Aulas SENAC. Ela contou um pouco da história da cerveja, lembrando que foram as mulheres que inventaram esta preciosidade. A Kathia contou, também, como são feitas as cervejas, como elas estão sendo fabricadas no Brasil, falou sobre o crescente número das micro cervejarias e de como o mercado tem reagido a este fenômeno.

Além de experimentar pratos dos chefs de todo o Brasil, os visitantes do Festival Fartura Gastronomia de São Paulo puderam acompanhar as atrações musicais que aconteceram durante os dois dias do evento. A minha apresentação favorita foi a da cantora cearense, Lorena Nunes.

Espero que o Festival Fartura Gastronomia venha mais vezes para São Paulo, porque eu adorei!!

Para maiores informações, clique sobre o nome do evento, no primeiro parágrafo do texto.

Cervejaria Bohemia e Bauernfest em Petrópolis

No último sábado, dia 25/06/2016, fui visitar a Cervejaria Bohemia e a Bauernfest em Petrópolis.

Foi um bate e volta super rápido, mas foi o suficiente para conhecer a lindíssima Cervejaria Bohemia e a animada Bauernfest, além de me apaixonar por Petrópolis e experimentar cervejas sensacionais.

Eu e mais um grupo super divertido, chegamos em Petrópolis e fomos direto para a cervejaria, lá vimos um pouco de onde é feita a produção das cervejas e onde estão os barris da Bohemia Reserva, uma cerveja do estilo Barley Wine, envelhecida por mais de 12 meses.

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Saindo de lá fomos para a Bauernfest, a Festa do Colono, que está na sua 27a edição e que espera a visita de 300 mil visitantes durante os 10 dias de festa. O evento resgata as raízes germânicas da cidade com a chegada dos primeiros alemães em 1845, com apresentações folclóricas, culinária alemã e muito chope Bohemia, inclusive a cervejaria produziu um chope exclusivo com o nome da festa que é muito bom!

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Voltamos para almoçar no restaurante da Cervejaria Bohemia, que foi todo reformado. E oferece pratos típicos alemães, entre outras opções a preços muito acessíveis.

IMG_2698Eu comi o Schnitzel, um filé à milanesa enorme que acompanha salada de batatas, para harmonizar eu tomei várias cervejas, inclusive uma Wäls Brut, elaborada através do método champenoise. E claro, muitas Bohemias, como a 14-Weiss, a Bohemia Reserva, a Bohemia Imperial, a Caá-Yari, a 838 Pale Ale e o chope Bohemia Bauernfest!

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E como sempre, as companhias fizeram toda a diferença e eu quero muito agradecer à todos, a Tatiana da In Press Porter Novelli, a Cecilia do Yes We Cook, o Diego do BuzzFeed Brasil, o Gustavo, o Rafael que estava representando o Bar do Celso, e o Rodrigo do Hypeness. Super obrigada, sem vocês o dia teria sido bom, mas não seria tão divertido!!!

Para maiores informações, clique sobre o nome da cervejaria, no primeiro parágrafo do texto.