Angostura Global Cocktail Challenge

Na última segunda feira, dia 10 de agosto, aconteceu no Noh Bar, em São Paulo, a etapa brasileira do Angostura Global Cocktail Challenge.

Esta etapa contou com a participação de nove bartenders, que apresentaram dois drinques com Angostura cada, para um juri formado por Cesar Adames, Alex Mesquita e Daniyel Jones, brand ambassador da House of Angostura.

 

IMG_1586Foto: Rodolfo Bob

Os três vencedores da etapa brasilera foram, em terceiro lugar Valdemir Cabral, bartender do Brasserie des Arts; em segundo lugar Sylas Rocha, bartender do Noh Bar; e em primeiro lugar, com um prêmio no valor de R$2.500,00 e com a oportunidade de disputar a final da etapa sul americana do Global Cocktail Challenge, no Panamá, Matheus Cunha, bartender do Satay.

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O vencedor da etapa sul americana vai disputar a final do Global Cocktail Challenge em Trinidad e Tobago.

O campeonato foi muito bem organizado pela Interfood e teve a participação deliciosa da Jour – Atelier de Doces, com maravilhas como brownie, mousse e brigadeiro com Angostura na receita, nossa foi incrível!

Por Carolina Ronconi.

Meninas Por Aí – 5 Bares no Rio de Janeiro

Papel Dourado empastado (duplamente colado), com brilho, enviado via Correios. Esta era a descrição do Save the Date que recebi há uns três meses atrás para um evento no Rio de Janeiro. Não sei se já contei aqui no Blog, mas trabalhei com Eventos Sociais durante uns dez anos, e toda vez que recebo um convite, faço a análise de todos os detalhes. Já pelo Save percebi que seria um evento extraordinário! Pensei comigo, vale um final de semana inteiro na Cidade Maravilhosa e é claro, vou poder fazer mais uma programação: o Meninas por Aí – 5 Bares no Rio de Janeiro.

Passagens compradas, hotel reservado e era hora de pedir ajuda para os nossos seguidores do Facebook e Instagram. Recebemos muitas dicas e tracei a rota para fazer tudo perto do hotel que iria me hospedar. Sempre tento me programar para fazer o máximo de trajetos a pé ou de táxi, uma vez que o tour é etílico e, dirigir e beber não combinam em hora alguma.

Claro que não podia deixar de ter mais uma expert em bares me guiando e foi por isso que agendei parte do tour com a querida Isa Bello Fornari, Sommelier de Cachaças e uma pessoa muito especial. Ela carinhosamente se ofereceu, junto ao  Paulo, mega top bartender, para me acompanhar em alguns botecos do Rio de Janeiro.

Cheguei na sexta, bem cedinho, fiz check in no Marina Palace e aproveitei para ver o amanhecer na praia do Leblon, caminhando e absorvendo o clima do Rio de Janeiro que é deliciosamente contaminante. Decidi almoçar perto do hotel e curtir o bairro a pé durante a tarde. Quem não adora o Leblon? Bom eu me apaixonei desde a primeira visita! Fui tomar meu primeiro chope do dia no Botequim Chico e Alaíde, famoso por seus bolinhos e quitutes. E que bolinhos hein?! Até eu que sou mais certinha com a dieta me acabei nos bolinhos, torresmo, caldinho de feijão e giló frito. Não conseguia parar de experimentar! O lugar  é simples, botequim mesmo, apertadinho e desconfortável,  os garçons são meio mal humorados, mas tudo vem quentinho, fresquinho e o clima de bar de esquina do Leblon te impedem de querer ir embora logo. É um boteco de verdade, do jeito que eu gosto, pra ir de rasteirinha e sem make, pra curtir uma tarde jogando conversa fora! Ai que saudade dos bolinhos e do torresmo deliciosos de lá!

CHICO E ALAÍDE

No caminho da volta para o hotel, fiz um trajeto diferente e acabei no Bar Bracarense e já que tinha mesa vaga na calçada, parei e pedi um chope! E mais outro chope, e mais outro!rs Já que eu estava lá de bobeira, passeando, why not? O chope de lá é incrivelmente mal tirado, e o famoso bolinho de bacalhau não é tão maravilhoso assim. Mas o botequim é no Leblon, na calçada, cheio de gente bonita e vale a visita pela história e pela fama de ter sido um dos melhores botecos do Rio. Dizem que era bom quando a Alaíde e o Chico ainda estavam por lá, depois de abrirem seu próprio boteco eles deixaram o Bracarense em maus lençóis. Infelizmente não consegui tirar muitas fotos do Bracarense, acabou minha bateria do Iphone (snif).

BRACARENSE

Já era quase fim do dia e eu havia marcado com a Isa ás 18h, quando me dei conta, tinha 15 minutos para ir até o hotel trocar de roupa e pegar um táxi para Copacabana, com chuva! Com um atrasinho chegamos à Adega Pérola, lugar hoje que chamo carinhosamente de paraíso! A Isa não me decepcionou e indicou um botequim de primeira. Lá tem cerveja artesanal, cachaças variadas, chope e um balcão com todos os tipos de petiscos de boteco. Tinha lula, atum, sardinha, giló, queijos, embutidos, mexilhão, alho e cebola em conservas de dar água na boca, sem falar nos que vinham da cozinha como moela, fígado, torresmo, bolinhos, coração etc. Comi uma porção de alho em conserva e sardinha frita com cebola, na sequência ataquei uma porção de queijo de cabra, tudo acompanhado de cachaça e cerveja artesanal. O botequim estava lotado, tem gente de todo tipo, mas todos curtindo o melhor da vida, um happy hour com os amigos em um ambiente genuinamente carioca. Vou ter que voltar lá toda vez que for ao Rio só para experimentar tudo daquele balcão.

ADEGA PÉROLA

Da Pérola fomos para o Flamengo, conhecer o Paris Bar e fazer uma visita ao Alex Mesquita, um dos bartenders mais reconhecidos aqui do Brasil. Eu já tinha uma expectativa de que seria um lugar legal, mas ao parar na porta já vi que estava enganada. A arquitetura impressiona, é uma casa de 1920, que pertenceu à família que foi responsável pelo aterro do Flamengo, o lugar é deslumbrante. Ao entrar, fiquei encantada com o charme e elegância do bar. Luz baixa, climatização perfeita, móveis lindos e trilha agradável fizeram o ambiente me abraçar. O Alex, gentilmente, reservou um cantinho no balcão para nós, e as cadeiras eram de zebra minha gente, um loooosho! Mas zebra chique, tá? Phyna!! Nos acomodamos e, é claro, deixei o Alex me sugerir um drink, só informei a base que é amargor e uísque e, a partir daí ele criou suas poções mágicas. Ele faz juz a fama, os drinks estavam muito, muito bons.  A companhia estava excelente, o lugar é incrível e o Paris Bar com toda certeza entrou na lista dos bares que mais gostei de visitar até hoje.

Acompanhada pelo gerente, fiz uma visita pela casa que abriga o Paris Bar, Paris Gastrô, um Piano Bar e tem espaços lindos para eventos. A casa é de tirar o fôlego e, segundo recomendações, o Gastrô merece uma visita!! Fica para uma outra vez… De lá iríamos para o Sat´s com a Isa, mas eu estava exausta e tinha que me poupar para o evento do dia seguinte iria até a madrugada!

PARIS

No dia seguinte, descansada e pronta pra mais um boteco fui dar uma volta a pé no Leblon (como é bom passear no Leblon) e acabei parando no Jobi para o almoço. De longe avistei uma movimentação na calçada! Com um calor infernal e um dia lindo, era mais do que esperado que o boteco estivesse cheio de gente bonita e desesperada por um chope geladinho.

Esperei um pouco e consegui uma mesa, bem apertadinha, num cantinho. O Jobi é um ótimo boteco, com a cara e a tradicional muvuquinha dos bares do Rio de Janeiro. As mesas são muito próximas e é um desafio aguentar o calor!rs Mas como eu sou uma apaixonada frequentadora de boteco, já esperava por este cenário. Pedi meu chope (aguadinho), e me aventurei em comidinhas deliciosas como rã empanada, caldinho de feijão, bolinho de bacalhau e é claro, torresmo! Tudo bem feitinho e com a cara do Rio! O atendimento foi bem parecido com o do Chico e Alaíde, meio mal humorado, mas funciona que é uma beleza!

JOBI

Findado o almoço, retornei ao Marina Palace e resolvi descansar até a cabeleireira chegar e me arrumar para a festa. Abri meu bom e velho Jameson para aquecer e entrar no clima para uma das melhores festas que já fui na vida. A noite foi regada a Moet Chandon Rosé prazamiga e muito Gold Label para mim! Do boteco pra uma festa “top furacão”, tudo com a mesma dose de prazer e diversão! Contraste que assina o charme do Rio e me deixa a cada visita mais apaixonada.

Pra fechar o final de semana, voltamos ao Chico e Alaíde no domingo para o almoço. Impossível sair da cidade sem experimentar mais alguns bolinhos de lá. Fui de escondidinho, choquinho (dos Deuses), bolinho de feijoada e  croc de arroz. Todos divinos! Também comi um filé com fritas pra arrematar e curar a ressaquinha! Ô comidinha gostosa viu?!

Segue um mapinha das minhas andanças no Meninas por Aí Rio de Janeiro:


 

E assim me despedi do Rio, tendo passado por muitas mesas e balcões, tomado muitos chopes e vivido intensamente como sempre!!! Foi #tophurricane! Até a próxima, cheers!

Meninas Por Aí – 7 Bares em Buenos Aires

Ruas amplas, árvores e praças cheias de bossa, arquitetura rica e uma atmosfera boêmia definiram Buenos Aires para mim. A convite da minha mãe fiz uma viagem para BsAs com mais oito mulheres da minha família. Além de conhecer a cidade pensei que poderia fazer um tour pelos bares de uma das cidades mais noturnas do mundo e trazer para vocês mais um roteiro “Meninas por Aí – 7 Bares em Buenos Aires” . Decidi, junto a minha irmã Tati, desgarrar da turma e fazer da viagem uma oportunidade para conhecer uma BsAs que os turistas não conhecem. By the way, na minha opinião, esta é a melhor forma de conhecer um destino, fugindo dos pontos turístico e experimentando um pouco da vida de quem habita o local!

Ao planejar meu final de semana lá, pesquisei umas hashtags no Insta e postamos um pedido de ajuda aos nossos seguidores que gentilmente sugeriram um montão de coisas legais. Na busca encontrei a Amanda Mormito, do Blog Buenos Aires para Chicas e a Isla Montalier do IG Buenos Aires Para Donde Voy, duas brasileiras que moram em na capital Porteña e que toparam me guiar pela noite da cidade. Me surpreendo com o poder das mídias sociais de conectar pessoas ao redor do mundo, é muito bacana encontrar na vida real pessoas tão legais que conhecemos no virtual!

Ficamos no Hotel El Conquistador, no centro de Buenos Aires, bem pertinho da Recoleta e Puerto Madero. O hotel é ótimo para a categoria, fica em uma rua tranquila, com um bom restaurante e um mercadinho a cinco passos da porta da recepção. Assim que chegamos eu e a Tati decidimos dar uma volta no quarteirão para conhecer a área ao redor do hotel. Achamos a lojinha Bora Cervezas Artezanales da Patagonia, com vários tipos de cervejas diferentes. Pena que estava fechada e não conseguimos comprar nada, mas de qualquer forma fica a dica para quem quer comprar cervejas diferentes por lá.

Cervezas

Na sequência, encontramos o resto do grupo para um lanche no Datri Café na esquina do hotel. Um lugar fofo, todo arrumadinho, com tapas e cervejas artesanais. Também aproveitamos para passar no mercadinho e abastecer nosso frigobar com cervejas locais. Compramos Quilmes (Cristal, Bock e Stout), Patagonia (lager e red) e Stella Noir. Todas foram novidade para nós. A Quilmes Stout e a Stella Noir ganharam nosso coração!

Datri Café

Tínhamos três dias e duas noites, então precisávamos escolher com cautela os bares que visitaríamos. Na sexta, nossa primeira noite, encontramos a Amanda que sugeriu três bares em Palermo, bairro mais badalado da cidade. Nos encontramos na Antarez Cervejaria Artesanal, mas estava muito cheio e teríamos que esperar ao menos 40 min. Como nosso cronograma era apertado, decidimos comer algo em outro lugar e seguir pelos bares escolhidos por ela. Uma pena, o lugar parecia muito legal!

Comemos um hambúrguer de cordeiro com queijo de cabra, batatas doces fritas e Cerveja Goldrush da Grunge Brewing Company no Ninina Backery. O Lugar tem uma decoração linda, atendimento atencioso e uma comida bem gostosa.

Ninina

Seguimos a pé (como é bom curtir um passeio noturno a pé!!), para o The Harrison Speakeasy, um bar secreto que remete a época da lei seca americana, quando era proibida a comercialização de bebidas alcoólicas nos EUA. Aliás, a maioria dos bares tem essa vibe em Buenos Aires, são escondidos, em uma portinha discreta ao fundo de algum lugar. Conseguimos entrar com a ajuda da Amanda que tem um member card, pois lá só entram membros ou pessoas que jantaram no Restaurante Nicky NY Sushi, onde o bar fica escondido.

Entramos no bar por um armário dentro de uma adega, onde uma hostess conta a história do Nicky Harrison e nos passa as regras do estabelecimento. A principal delas é que é proibido fotografar para que lá  continue sempre secreto. Uma pena, pois a decoração é impecável, uma reprodução dos bares da época, com riqueza em cada detalhe. E o balcão, ah que balcão lindo!!! Cardápios em forma de jornal dos anos 20, velas em todas as mesas, luz bem baixa, trilha sonora de blues´n´jazz e o cheiro de madeira envelhecida dos móveis determinam o tom do local. Uma experiência especial e surpreendente!! E para ficar perfeito, os drinques são de arrasar, bem feitos, preparados por bartenders charmosos e cheios de experiência. O head bartender é o especialíssimo Seba García, que nos recebeu com muito carinho. Sentamos inicialmente em uma mesa e depois conseguimos nossos lugares no balcão (ou na barra como chamam os porteños), e lá tomamos shots e mais um drinque para finalizar. Queríamos ficar, mas tínhamos outros bares para visitar. Voltaremos com certeza para ficar uma noite toda por lá, vale cada minuto!

De lá partimos para o Victoria Brown Bar, um bar com decoração inspirada na revolução industrial, com engrenagens nas paredes e tonéis em forma de lustre espalhados pelo salão . Maior  e com mais gente, o ambiente lá é bom para a paquera e tem uma vibe mais animadinha. É impressionante como os bares são pensados de forma minuciosa e cada detalhe é tido como muito importante. Os tragos eram muito bem feitos, escolhi meu bom e velho Old Fashioned e ele não decepcionou. Era diferente, tinha um toque mais amargo que o de costume, mas estava delicioso.

Victoria

Tínhamos marcado com a Isla para conhecermos o Rosebar depois do Victória, mas não foi possível, pois estávamos exaustas e já passava das três da manhã. Resolvemos deixar para o dia seguinte ou para outra oportunidade. De qualquer forma o Rosebar é recomendadíssimo e com certeza está na nossa lista para quando voltarmos.

Acordamos no sábado e resolvemos ir a pé até a Livraria El Ateneo, eleita a segunda livraria mais bonita do mundo. Sou um tanto desconfiada destes títulos amplamente divulgados, mas o local me conquistou e ficamos lá a manhã toda! Decidi ficar no setor de gastronomia enquanto minha irmã se esbaldava nas autoras feministas, afinal ela é a nossa colunista feminazi. Achei muita coisa bacana e acabei trazendo alguns livros com receitas de tragos para casa.

El Ateneo

A tarde pensamos em fazer uma paradinha no Bullers Pub & Brew, que estava perto do nosso rolê turístico pela Recoleta e, para nós, terminar um passeio com uma boa cervejinha é de lei! O bar estava meio vazio, era uma tarde cinza em Buenos Aires, sentamos na área externa, na praça, e pedimos o sampler das cervejas da casa, com uma porção de batata doce frita. Achamos a cerveja razoável, sem muito corpo e com um amargor muito presente sem acrescentar uma nota saborosa à receita. Não achamos o bar um lugar incrível, é razoável, perto dos outros bares de Buenos Aires, este deixa muito a desejar.

Bullers

Voltamos para o hotel e a noite nos encontramos com a Isla, do Buenos Aires para Donde Voy. Ela nos guiou por mais três bares e foi uma querida também! Começamos pelo The Temple Bar, na filial que ficava no quarteirão do nosso hotel. Não é a filial mais bacana, mas é um pub interessante, bem decorado, passamos para conhecer já que ficava literalmente a alguns metros do hotel. Não conseguimos ficar mais que cinco minutos, pois estava muito, muito cheio e achamos melhor ir para outro local. A matriz do The Temple Bar, segundo a Isla, é muito mais bonito e merece uma visita. Fica para próxima!

Seguimos para o Gran Bar Danzón, outro bar na Recoleta super recomendado! Descemos do táxi e vimos uma portinha na calçada, sem identificação nem nada. Fiquei receosa, pensei que podia ser uma furada, mas minha opinião já mudava ao subir as escadas e quando entrei, me apaixonei! O lugar é lindo, com decoração contemporânea, iluminação perfeita, luz baixa e gente muito bonita. Não conseguimos sentar na barra, mas fomos rapidamente acomodadas em uma mesa. O atendimento demorou um pouco para começar, talvez devido ao grande número de pessoas. Como estávamos encantadas com o local e o papo estava ótimo, acabamos por nem sentir muito. Pedimos os nossos tragos e de entrada uma Tarte Tartin de Maçã e Queijo de Cabra (AMO queijo de cabra!). Estava DI-VI-NA! Uma festa na boca! Os drinks também eram bons, mas a comida é mais marcante. Para o prato principal, pedimos Pato com Creme de Castanhas (feito com perfeição), e Polenta com Carne de Cordeiro. Os dois estavam DE-LI-CI-O-SOS! A Isla foi de sushi vegetariano e também gostou muito.

 Gran Danzon 1

Gran Danzon 2

De lá fomos para nossa última parada, o Florería Atlântico, segundo colocado no The World´s 50 Best Bars. Também na Recoleta, fica numa rua charmosa, cheia de bossa. De fora, parece só uma floricultura (linda), que também vende vinhos, mas existe uma portinha, que te leva à um porão com um balcão comprido e uma decoração desconstruída, com cara de que precisa de restauração mas é intencional sabe?

Conseguimos nossos três lugares na barra e fomos prontamente servidas com água em copos lindos, fofos! A água lá é cortesia, um mimo que ao meu ver é muito carinhoso e inteligente. Pegamos o cardápio e começamos a escolher nossos tragos. Os nomes eram inusitados, a Tati foi de Mary Poppins goes Punk, com notas adocicadas e canela e a Isla optou por um mais refrescante e com espumante. Eu fui de British Worker, com uísque na composição, um dos meus ingredientes favoritos num drink. Os três estavam ótimos, bem feitos,  elaborados com sabedoria. A decoração era linda, em canecas de ágata e taças charmosas. Infelizmente não conseguimos comer, a cozinha já estava fechada devido ao horário, chegamos às duas da manhã! Num contexto geral o bar é charmoso, o atendimento é bom, o ambiente é agradável, mas não está no topo da lista dos meus melhores bares… Sentimos falta de nos relacionar mais com os bartenders, gostamos do balcão pela interação com o universo de quem está do outro lado, pelo show e a oportunidade de conhecer coisas e pessoas novas. Lá os bartenders não estavam muito pra papo e também não nos guiaram pelas opções de drinks. Senti falta de um chamego que é usual na barra!

Florería

Buenos Aires deixou saudades no meu coração, voltarei em breve Mi Buenos Aires Querído, para mais tragos e mais bares marcantes!! Cheers!

Feras da Coquetelaria se reúnem em Evento da Grey Goose

No dia 05 de novembro fomos conferir a final do campeonato de coquetelaria Grey Goose Vive La Révolution, promovido pela marca de vodca. Realizado em São Paulo, na Tofiq House, no Jardim Europa, o evento reuniu os onze finalistas das etapas anteriores e as feras da coquetelaria brasileira.

O desfio principal era criar um drink com a vodca Grey Goose e um elemento artesanal inspirado no tema Fly Beyond. Em paralelo à competição principal, os 11 concorrentes também tiveram um desafio surpresa que foi enviado 3 dias antes da data do evento. O Embaixador da Grey Goose, Tony Harion, propôs que os participantes criassem uma Caipirioska Gourmet, uma releitura do drink mais brasileiro que existe.

Entre os finalistas encontramos um competidor da nossa terrinha, o Caio Bonneau (foto abaixo), que representou São José dos Campos com categoria e é um dos poucos bartenders da cidade que conhecem a fundo a Coquetelaria Brasileira e Internacional. Também identificamos que as meninas estão começando a brilhar neste contexto, dentre os finalistas, concorreu uma representante do sexo feminino. Percentual ainda pequeno na nossa opinião, mas a Gisele Rodrigues estava lá, brigando pelo seu espaço na competição!

Bonneau

Os bartenders ganharam o campeonato de coquetelaria Grey Goose Vive La Révolution foram: Matheus Cunha (à esquerda da foto abaixo), do The Sailor Legendary Pub, com o drink “O Comandante” na categoria Fly Beyond e Sylas Rocha (à direita da foto abaixo), do Noh Bar, com a Caipiroska La Fusion.

Nova pasta

Foi uma delícia podermos estar presente no Evento e poder ainda tomar uns bons drinks!!!! Vejam o vídeo do Cocktail Channel.

 

 

Confiram as receitas para vocês conhecerem os drinks de forma detalhada!!

 

 

O Comandante (2)

O Comandante

60 ml – Grey Goose
30 ml – Shrub de Cupuaçu artesanal
20 ml –Maracujá do Cerrado
20 ml – Licor de Pitanga artesanal
5 gotas – Bitter de Chimarrão artesanal
Modo de Preparo: Bater todos os ingredientes em uma coqueteleira
Guarnição: Zest de laranja
Acompanhamento: Snacks

Caipiroska Gourmet-La fusion (2)

La Fusion

50 ml – Grey Goose La Piore
25 ml – Simple syrup
3 gomos – Tangerine
1 gomo – Limão taiti
2 folhas – Rúcula
Modo de Preparo: Macere os ingredientes, bata na coqueteleira e faça uma coagem dupla antes de servir.
Guarnição: 1 fatia de tangerina e rúcula

Mentes Brilhantes 2014 – Maior Evento de Mixologia da América Latina

As inscrições para o Mentes Brilhantes 2014, maior Evento de Mixologia da América Latina, começam hoje ás 19h!

O encontro reúne os maiores nomes da mixologia mundial em palestras gratuitas e acontecerá no Espaço Rio Verde, em São Paulo, nos dias 10 e 11 de novembro das 12h às 20h.

MB

Entre os palestrantes estão Giuseppe Gallo, embaixador global da Martini; Marco De La Roche, da Casa Café e Mixology News; André Junqueira, da Morada Etílica; Edu Passareli, do Aconchego Carioca; Marcelo Carneiro, da Cervejaria Colorado; Sandra Mendes, barwoman do Teto Solar; André Bueno, do Barones Bartenders; Elvis Campello, do SENAC Penha; Luis Cláudio Simões, da Asssociação Brasileira de Bartenders; Marcelo Serrano, barman da Brasserie Des Arts; Angel Ojea, um dos barmans com maior experiência do mundo; Arnaldo Hirai e Renato Martins, sócios do Boca de Ouro; Jotabê, do Blog Boteco do JB; e Jean Ponce, do D.O.M. e do Riviera.

Para maiores informações e se inscrever nas palestras basta acessar o site www.mentesbrilhantes2014.com.br ou a  Fan Page.

Espaço Rio Verde – Rua Belmiro Braga, 119, Vila Madalena, nos dias 10 e 11 de novembro, das 12h às 20h.