4° Campeonato Brasileiro de Sommeliers de Cervejas

No dia 2 de abril, o Instituto da Cerveja Brasil, elege o melhor Sommelier de Cervejas do país! A escola de ensino cervejeiro promove em sua sede etapa final e aberta ao público (só para convidados) do 4° Campeonato Brasileiro de Sommeliers de Cervejas.

No próximo final de semana, nos dias 1 e 2 de Abril, o renomado Instituto da Cerveja Brasil promove a final do 4° Campeonato Brasileiro de Sommeliers de Cervejas. No primeiro dia, das 14h30 às 15h30, acontece a prova prática de identificação de estilos de cerveja e defeitos sensoriais. No domingo, 2 de abril, acontece a etapa final, que é aberta ao público(só para convidados) e desafia os Sommeliers com prova oral de degustação e serviço, das 9h30 às 12h. O anúncio do vencedor acontece na data, às 13h30. Quem se sair melhor na competição será premiado com um lupulado tour pelas instalações da Barth-Haas, em Vale de Yakima (EUA).

Para avaliar os profissionais cervejeiros que foram para a fase final do campeonato, a mais importante competição do segmento no país, o ICB reuniu um time de respeito: Cássio Piccolo, proprietário do bar Frangó, consultor e especialista em cervejas, Daniela Dezordi, engenheira química com metrado em cervejaria na UCL- Bélgica e sommelière de cervejas, Edu Passarelli, empresário, gastrônomo, sommelier de cervejas e colunista da revista Prazeres da Mesa, Alexander Weckl sommelier de cervejas, mestre cervejeiro, especialista de mercado e assistente técnico de Agrária de Malte e Alfredo Ferreira, um dos sócios fundadores do Instituto, químico formado pela UNICAMP, com 18 anos de experiência em produção R&D e Qualidade em cervejarias, consultor de cervejarias na área de produção e desenvolvimento de produtos, além de ser degustador oficial do World Beer Cup (EUA) e European Beer Star (EUA).

Sobre Instituto da Cerveja Brasil: No início de 2010, Estácio Rodrigues entrou em contato com os amigos Alfredo Ferreira e Kathia Zanatta e expôs a ideia de criar um curso sobre cervejas especiais, na Associação Brasileira de Sommeliers, em São Paulo (ABS-SP). Kathia, que em 2008 estudou em renomadas instituições da Alemanha e Áustria, retornou como a primeira Sommelier de Cervejas do nosso país. Então, os três começaram a construir o 1º curso de Sommelier de Cervejas do Brasil. Eram muitos anos de experiência, em diversas áreas do universo cervejeiro, somados para dar início a este grande projeto. O sonho começou a tornar-se realidade em 14 Agosto de 2010, com a primeira turma do curso de Sommelier de Cervejas em São Paulo. O sucesso foi tanto que hoje, quase sete anos depois, já são mais de 7.000 alunos formados em 7 estados do país. A consolidação e o reconhecimento do ensino de qualidade vieram com os demais cursos desenvolvidos, entre eles: Introdução ao Universo das Cervejas Especiais, as especializações em Serviço de Cerveja, em Análise Sensorial e Off-Flavours, Harmonização e o renomado curso Mestre em Estilos®, primeiro curso de especialização para os Sommeliers de Cerveja do Brasil. Além do curso Avançado de Tecnologia Cervejeira, em parceria com a maior universidade formadora de Mestres Cervejeiros do mundo, a Universidade de Weihenstephan na Alemanha, que vem formando profissionais altamente capacitados para atuarem na produção cervejeira em todas as regiões do país.

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Serviço:
Final 4°Campeonato Brasileiro de Sommelier de Cervejas : 2 de abril, das 9h30 às 12h

Instituto da Cerveja Brasil
Endereço: Avenida dos Carinás, 417
Telefone: (11) 5097 9497
https://www.institutodacerveja.com.br/
https://www.facebook.com/institutodacerveja/?fref=ts

Mais informações:
Com Mariana Buck ( mariana.birracomunica@gmail.com / (11) 99748-2186

Casa Avós, nosso quintal em São Paulo

Inaugurada em dezembro de 2016, na Rua Croata, 679, Vila Ipojuca, em São Paulo, a Casa Avós é aconchegante e acolhedora, tipo quintal da nossa avó e reúne as cervejas da marca paulista Avós, chopes vendidos para serem levados em growlers ou crowlers, além de charmosos souvenirs cervejeiros.

Com menos de um ano de mercado, a cerveja cigana de DNA caseiro batizada de Avós, nascida da paixão do publicitário e cervejeiro Junior Bottura pelas panelinhas e uma celebração ao vínculo que teve a sorte de cultivar com todas as suas avós e bisavós, abriu ao público sua sede no dia 8 de dezembro, a Casa Avós.

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A Avós trouxe uma máquina semi-automática de enchimento de crowler, que permite que o chope seja enlatado na hora, em recipientes de um litro para o cliente levar embora. Ocupam as prateleiras da Casa Avós, charmosos souvenirs cervejeiros como camisetas, meias, bonés, copos, abridores, kits com duas garrafas (300 ml cada) e geleias feitas com a própria bebida.

Para comemorar a nova fase da marca, a Avós engatou em seu Growler, uma receita exclusiva, vendida apenas no local como chope, a Vó Juca, nome que homenageia o bairro, é a versão da cigana para o elegante estilo Pilsen, cerveja de corpo baixo, dourada, de espuma clara, que apresenta aroma de lúpulo floral e herbal, atinge 14 IBUs e no paladar o amargor fino dos lúpulos tchecos se sobrepõe aos sabores de pão provenientes do malte, entrega boa bebilidade e muito frescor.

Os rótulos da cerveja paulista que circulam nas torneiras da Casa Avós são: os primogênitos Vó Maria, a Baixinha Porreta, produzida com o mesmo carinho de quando era feita nas panelinhas, é a leitura de Junior para um dos estilos mais adorados pelos hop heads, o India Pale Ale. Proporciona ao consumidor uma receita de visual âmbar claro, com 7% de teor alcoólico e 65 IBUs que conferem amargor intenso e elegantemente equilibrado. No nariz ela traz aroma cítrico que remete a frutas amarelas como maracujá e manga. Já a sua Hoppy Lager, medalha de prata no South Beer Cup 2016, chamada de Vó Maria e o seu lado Zen, de cor dourada e espuma branca, entrega ao paladar uma cerveja de corpo baixo, com 4,9% de teor alcoólico e refrescante. Com amargor sutil garantido por seus 18 IBUs, elaborada com o mesmo dry hopping da Baixinha Porreta, técnica que infusiona lúpulos durante a etapa fria do processo de produção e confere riqueza de aromas, a cerveja alcança com leveza notas cítricas e frutadas.

A marca conta também com receita que funde as personalidades dos seus dois primeiros estilos, envasada em lata de alumínio e batizada de Vó Maria In Concert, trata-se de uma India Pale Lager que mescla os lúpulos Citra e Crystal, usados na India Pale Ale e na Hoppy Lager e ainda inclui a variedade Equinox. A ideia nasceu do evento promovido pela cerveja Avós que harmonizou jazz e blues com suas cervejas. A Vó Maria In Concert também está disponível em chope no espaço, tem visual dourado, amargor moderado, chega a 50 IBUs e tem 6,1% de teor alcoólico. As variedades de lúpulos usadas entregam ao olfato, citricidade e toque frutado e resinoso, que remete a pinho. Na boca a cerveja se mostra leve, refrescante e contempla o paladar com equilíbrio entre sabor de lúpulo e a presença do malte, que remete a notas de pão fresco.

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E agora em fevereiro a inquieta cerveja Avós lançou a mais nova integrante do seu time, a Vó Ana, A Matrona, uma Lager feita com trigo, adição de semente de coentro e camomila tem visual amarelo palha, espuma branca cremosa, corpo leve, 5,1% de teor alcoólico e uma drinkability convidativa. Ao paladar a receita entrega, como resultado de seus 40 IBUs, amargor elegantemente presente e equilibrado. No nariz traz notas que remetem a frutas cítricas, como limão e tangerina, por conta da dupla Sorachi Ace e Mandarina Bavária, os lúpulos usados no dry hopping.

Quem quiser provar algum dos chopes da cerveja Avós, enquanto aguarda o serviço dos growlers e crowlers, ou conhece o espaço, é bem vindo e recebido com amendoins e tremoço, como um mimo para beliscar. Mas se a fome for grande, pode levar um lanche ou pedir uma pizza na sua pizzaria favorita, lá é igual casa de vó, pode tudo!

 

Horário de funcionamento: Terça à Sexta, das 17h30 às 21h30h, Sábados das 11h às 15h / a Casa Avós oferece o espaço eventos fechados aos sábados das 16h às 22h.

Cervejaria Guerrilha! – A Revolução é Líquida

No último sábado estive no pré-lançamento da Cervejaria Guerrilha!, com uma proposta de revolução líquida por um mundo melhor, durante o Festival TRESPRAUM, em São Paulo.

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A Guerrilha! é uma cervejaria artesanal que busca valorizar as expressões artísticas, culturais e sociais que mudam o mundo para melhor, e eu pude conhecer em primeira mão seus três primeiros rótulos cujos estilos são: Hop Lager, India Pale Ale e Witbier, que são maravilhosas!!!

O lançamento oficial da Cervejaria Guerrilha! acontece no dia 18 de dezembro, no bar São Paulo Tap House.

Cervejaria Guerrilha! é criação do cervejeiro Eduardo Eloi, que começou a produzir cerveja em casa em 2012. Formou-se em Direito, mas percebeu que sua carreira é com o universo cervejeiro e, após ter frequentado o curso de cervejeiro do Senai, decidiu mudar de profissão e se aventurou no mundo das cervejas. O conceito da Cervejaria Guerrilha! surgiu a partir de reflexões do idealizador da cervejaria e relações com outros movimentos artísticos, culturais e sociais.

“Todo cervejeiro caseiro experimenta uma sensação de liberdade e de pertencimento, pois passa a criar algo que antes apenas comprava. Gosto de pensar que seremos uma sociedade mais aberta, mais viva e mais bonita no futuro e eu gostaria de expressar essa atitude de mudança em uma cerveja e marca; então pensei na expressão Guerrilha!, como conceito que comunica essa necessidade de mudar, de ter mais liberdade na vida, e como forma de valorizar todos os pequenos movimentos pessoais e diários que podem mudar o mundo pra melhor”, explica Eduardo Elói, idealizador da Cervejaria Guerrilha!.

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Juntamente com seu amigo e também cervejeiro Igor Puorro, Eduardo desenvolveu as três receitas que iniciarão o portfólio da Cervejaria Guerrilha!: Uma Hop Lager, com 4,5% de teor alcoólico, cerveja clara de corpo leve, com amargor presente e aroma de frutas tropicais; uma American IPA, com 5,5% de álcool, de cor dourada, com amargor marcante, notas de caramelo e aroma cítrico intenso e resinoso, provenientes dos lúpulos americanos e uma Witbier, cerveja de estilo belga, com 5,0% de teor alcoólico, de corpo aveludado, decorrente das adições de trigo e aveia, que tradicionalmente conta com adição de especiarias e que nessa versão inclui sementes de coentro, zimbro, pimenta rosa e casca de limão cravo.

“Produzimos essas cervejas pensando em proporcionar três experiências bem diferentes aos consumidores. Desde o começo quando estávamos fazendo cerveja em casa, tínhamos o objetivo de produzir algo novo para nós mesmos. Resolvemos compartilhar isso com outras pessoas incentivando-as a mudarem a sua própria realidade e fazerem o que gostam”, afirma Igor Puorro, cervejeiro da Guerrilha!.

A Guerrilha! será produzida em parceria com a cervejaria Guilda GIV–da cidade de Barretos-SP, aberta em 2015. A parceria vai além da produção de cervejas; englobará também o melhoramento técnico da cervejaria, a diminuição de custos e o apoio mútuo para a distribuição.

“Conheci o sócio da Guilda, Walter Soares, há três anos no curso do Senai em Vassouras. Conversando sobre nossos projetos, percebemos a oportunidade de nos ajudarmos. Creio muito no sucesso dessa parceria, que é diferente do modelo de terceirização que vigora hoje em dia. Nossa cerveja estará presente no Oeste e iremos trazer a Guilda GIV para a capital”, afirma Eduardo.

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As três primeiras cervejas da Guerrilha! poderão ser encontradas primeiramente em chope, no lançamento oficial no bar São Paulo Tap House no dia 18, e, posteriormente, nos principais bares e empórios da cidade, engarrafadas em 310 ml.

“Não queremos apenas trazer boas cervejas. Nosso objetivo também é caminhar junto com a outros movimentos que estão acontecendo ao nosso redor. A expectativa é poder participar dessa transformação da cidade, oferecer produtos de qualidade e estar ao lado das pessoas que estão em busca de inovação, de novas expressões de vida”, finaliza Eduardo.

Vida longa à Guerrilha!

A Cervejaria Ratsherrn Brauerei chega ao Brasil

Hamburgo traz intrínseca em seu DNA a vocação para ser uma cidade cervejeira. E foi lá que surgiu a cervejaria Ratsherrn Brauerei que chega ao Brasil oficialmente no último trimestre de 2016 através da Davika Comercial Importadora e Exportadora. De modo que a Importadora amplia seu portfólio com uma cerveja que traz consigo a tradição alemã aliada às produções mais modernas inspiradas na revolução cervejeira americana do século passado. Mas antes de conhecermos a cervejaria, precisamos fazer uma breve viagem no tempo para sabermos mais sobre a história cervejeira de Hamburgo.

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Contexto histórico

A relação de Hamburgo com a cerveja é antiga. Registros dão conta de que a bebida já era produzida na região há mais de mil anos e na metade do século XIII as primeiras cervejarias começaram a operar com força na região. A ponto de que em 1276 havia mais de 450 cervejarias oficialmente registradas. E devido à sua localização, a cidade também influenciava o mercado cervejeiro escandinavo.

O rótulo que virou marca

Após esse período de sucesso, a cidade assistiu à desaceleração do mercado e somente no começo do século XX que a atividade cervejeira de Hamburgo foi retomada (com a atuação de 15 cervejarias). No Pós-Guerra houve mais uma tentativa de recomeço e eis que no ano de 1951 foi servida ao público a primeira Ratsherrn Pilsener produzida pela Cervejaria Elbschloss (que fechou as portas em 1955). Mais de meio século depois, em 2012, foi que a Ratsherrn retornou ao mercado em definitivo. E não mais como um rótulo, mas sim como marca própria.

“Just Craft. Real Taste”

Este não é só um slogan, mas sim como a Ratsherrn Brauerei – pioneira na produção de cervejas craft em Hamburgo – busca destacar o seu maior desejo: encantar o consumidor com suas produções que mesclam a tradição alemã com as novas produções cervejeiras inspiradas na revolução dos Estados Unidos (que ressoa na Itália, Dinamarca e Áustria).

E este trabalho não poderia estar em lugar melhor do que o charmoso bairro de Sternschanze. A cervejaria está localizada nos galpões de um antigo mercado construído no Século XIX no coração de Hamburgo e após uma cuidadosa restauração dos galpões, hoje um patrimônio tombado pela cidade de Hamburgo, mais uma vez tradição e o moderno se combinam, inovando o mercado cervejeiro.

Por dentro da Ratsherrn

A equipe é formada por Thomas Kunst, Philip Bollhorn e Ian Pyle que se uniram com o propósito de criarem as melhores cervejas do norte da Alemanha sob o pensamento de que “um fabricante de cerveja artesanal nunca está satisfeito com o sabor uniforme de cervejas convencionais”.

Ian Pyle, inclusive, trabalhava na Samuel Adams (prestigiada cervejeira dos Estados Unidos) e enquanto procurava novas inspirações e influências que poderiam ajuda-lo a criar novas cervejas, conheceu a Ratsherrn. Foi paixão ao primeiro gole do agora Gerente, Mestre Cervejeiro e “Homem de Frente” da cervejaria que ainda exporta para Dinamarca, Áustria, Suíça, Holanda e China.

A Ratsherrn no Brasil

Focada em importação de cervejas alemãs, a Davika Comercial Importadora e Exportadora pretende ampliar o ponto de vista do mercado brasileiro em relação às produções daquele país. “Quando nos referimos às cervejas alemãs muitas pessoas têm em mente os estilos tradicionais Weizen, Kolsch, Helles e German Pils. Por isso, esperamos que a Ratsherrn mostre aos consumidores que a Alemanha também é referencia em inovação de cervejas. Ou seja: o perfil cervejeiro alemão está mudando aos poucos e queremos trazer essas inovações ao público brasileiro”, destacam os sócios da Davika, Caio Magalhães e João Romeiro.

A distribuição da Ratsherrn

A Davika está localizada em Jundiaí, local estratégico entre dois grandes centros consumidores no estado de São Paulo que são São Paulo e Campinas. De modo que a distribuição inicial será no interior paulista onde a empresa possui uma solida rede de bares e restaurantes parceiros. Em São Paulo a cerveja poderá ser encontrada no Empório Alto dos Pinheiros (EAP) e alguns outros bares parceiros. A bebida deverá custar no PDV entre R$ 25,00 e R$ 30,00 e não será distribuída em supermercados.

As cervejas

A Ratsherrn conta com uma linha de cervejas tanto fixas quanto sazonais e os rótulos que chegaram agora ao Brasil são:

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Ratsherrn Pilsener

Com grande frescor, a Ratsherrn Pilsener prova que um país não precisa ter sempre altas temperaturas para produzir uma cerveja refrescante. Afinal, esta legítima German Pilsener apresenta todas as nuances esperadas para o estilo favorito dos alemães. Com coloração dourada levemente opaca, a cerveja destaca muito bem tanto no aroma quanto no sabor a presença de malte que remete à panificação e ao clássico malte floral alemão. Inclusive, é produzida com quatro tipos de lúpulo: Herkules, Tradition, Select e Saphir. É leve, com amargor médio e altíssimio drinkability. Produzida na Alemanha para o calor do Brasil.

Estilo: German Pilsener

Teor alcoólico: 4,9%

Preço no EAP: R$ 21,00 (330 ml)

Ratsherrn Lager

Uma cerveja com história. É assim que podemos apresentar a Ratsherrn Lager. Produzido há mais de 150 anos em Hamburgo, o estilo Vienna Lager se mantém em destaque neste rótulo. Desde a sua elegante coloração dourada com reflexos alaranjados, a cerveja entrega tudo o que se espera do estilo. No aroma e sabor presença do malte que entrega notas de casca de pão e o aroma ainda apresenta o frescor do lúpulo floral (cerveja produzida somente com lúpulos alemães). O amargor é médio-baixo, o aftertaste é seco, há baixa carbonatação e altíssimo drinkability. É uma cerveja sedutora que pode trazer novos consumidores de cervejas para este maravilhoso universo de cores, aromas e sabores através desse estilo extremamente elegante. A cerveja ainda passa por processo de dry hopping.

Estilo: Vienna Lager

Teor alcoólico: 5,4%

Preço no EAP: R$ 23,00 (330 ml)

Ratsherrn Rotbier

Apresentando uma elegante cor vermelho rubi, esta é uma cerveja tradicional de Hamburgo com muita história para contar porque indícios que dão conta de que no início do século XIII este estilo de cerveja já era produzido. No aroma notam-se nuances de panificação, caramelo, toffee e lúpulo floral. O sabor refrescante pela presença do lúpulo floral confirma o aroma e ainda traz uma surpresa: o destaque para toques de café. A carbonatação é média e o aftertaste é levemente seco com o café ficando mais presente, corpo médio e amargor médio-baixo. A Ratsherrn Rotbier é uma daquelas cervejas para se apreciar de modo contemplativo e podendo ser harmonizada tanto com pratos salgados quanto doces. Certamente será uma experiência gastronômica única.

Estilo: Rotbier (Red Lager)

Teor alcoólico: 5,2%

Preço no EAP: R$ 23,00 (330 ml)

Ratsherrn Pale Ale

Com coloração dourada e reflexos alaranjados sem turbidez, a Ratsherrn Pale Ale engarrafa a história. Afinal, o estilo Pale Ale chegou a Hamburgo no Século XVII e como dizem na região portuária da cidade: “Atracou e não saiu mais”. No aroma, destaques para panificação e leves toques cítricos provenientes do lúpulo (são cinco tipos entre alemães e californianos) com sutil toque resinoso. No sabor o cítrico fica em primeiro plano, mas totalmente equilibrado e discreto e no segundo plano o malte e o resinoso também se apresentam com discrição. É uma cerveja equilibrada com amargor médio-baixo e aftertaste seco. Eis a prova de que é possível mesclar a sobriedade da Escola Alemã com a personalidade contemporânea da Escola Americana.

Estilo: American Pale Ale

Teor alcoólico: 5,6%

Preço no EAP: R$ 24,00 (330 ml)

Ratsherrn Coast Guard IPA

Com três tipos de malte e seis de lúpulo, a Ratsherrn Coast Guard IPA mostra o lado contemporâneo e cosmopolita da produção cervejeira alemã dos anos 2000. De coloração dourada com reflexos alaranjados e sem turbidez, a cerveja traz aroma cítrico bem presente lembrando frutas como manga e maracujá. No sabor, confirmam-se as nuances frutadas tendo também a presença do malte em segundo plano com o toque resinoso. No aftertaste gera salivação e os toques cítricos ficam mais presentes e de modo equilibrado. Cerveja com corpo médio, amargor médio-alto e que insere a costa oeste de Hamburgo na Rota Cervejeira Mundial dos amantes das American IPAs.

Estilo: American India Pale Ale

Teor alcoólico: 6,3%

Preço no EAP: R$ 27,00 (330 ml)

Sobre a Davika

Caio Magalhães e João Romeiro eram amigos desde a adolescência e sempre tiveram vontade de empreender. Depois dos anos na escola começaram a estudar Administração de Empresas com foco em Comércio Exterior / Internacionalização.

Em 2009 João se mudou para a cidade de Landshut na região da Baviera e chegou ao país em meio aos festejos da Oktoberfest. A paixão com a cerveja se deu logo no primeiro gole ao perceber as diferenças entre as cervejas alemãs em relação às brasileiras. Duas Oktoberfests depois os amigos se reencontraram (na época Caio estava morando na Inglaterra) e ao menos já sabiam em que mercado gostariam de empreender. Foi em 2014 que surgiu a Davika Comercial Importadora e Exportadora que ainda conta com o trabalho de Victor Magalhães e Daiana Cypriano.

O trabalho se iniciou com o teste de se importar cervejas da Cervejaria Hohenthanner (localizada a 20 minutos de onde João morava) e desde então a empresa vem crescendo sustentavelmente mês apos mês. Em 2016 aceitaram o desafio de introduzir a marca Ratsherrn no Brasil – uma marca inovadora de Hamburgo com foco totalmente diferente da Hohenthanner.

Cervejaria Bohemia e Bauernfest em Petrópolis

No último sábado, dia 25/06/2016, fui visitar a Cervejaria Bohemia e a Bauernfest em Petrópolis.

Foi um bate e volta super rápido, mas foi o suficiente para conhecer a lindíssima Cervejaria Bohemia e a animada Bauernfest, além de me apaixonar por Petrópolis e experimentar cervejas sensacionais.

Eu e mais um grupo super divertido, chegamos em Petrópolis e fomos direto para a cervejaria, lá vimos um pouco de onde é feita a produção das cervejas e onde estão os barris da Bohemia Reserva, uma cerveja do estilo Barley Wine, envelhecida por mais de 12 meses.

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Saindo de lá fomos para a Bauernfest, a Festa do Colono, que está na sua 27a edição e que espera a visita de 300 mil visitantes durante os 10 dias de festa. O evento resgata as raízes germânicas da cidade com a chegada dos primeiros alemães em 1845, com apresentações folclóricas, culinária alemã e muito chope Bohemia, inclusive a cervejaria produziu um chope exclusivo com o nome da festa que é muito bom!

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Voltamos para almoçar no restaurante da Cervejaria Bohemia, que foi todo reformado. E oferece pratos típicos alemães, entre outras opções a preços muito acessíveis.

IMG_2698Eu comi o Schnitzel, um filé à milanesa enorme que acompanha salada de batatas, para harmonizar eu tomei várias cervejas, inclusive uma Wäls Brut, elaborada através do método champenoise. E claro, muitas Bohemias, como a 14-Weiss, a Bohemia Reserva, a Bohemia Imperial, a Caá-Yari, a 838 Pale Ale e o chope Bohemia Bauernfest!

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E como sempre, as companhias fizeram toda a diferença e eu quero muito agradecer à todos, a Tatiana da In Press Porter Novelli, a Cecilia do Yes We Cook, o Diego do BuzzFeed Brasil, o Gustavo, o Rafael que estava representando o Bar do Celso, e o Rodrigo do Hypeness. Super obrigada, sem vocês o dia teria sido bom, mas não seria tão divertido!!!

Para maiores informações, clique sobre o nome da cervejaria, no primeiro parágrafo do texto.